Em 1994 foi aprovado o Manifesto da Unesco. É o documento basilar e responsável por toda a política de orientação e organização das Bibliotecas Públicas, definindo de forma objetiva a Missão destas instituições em todo o mundo.
A UNESCO, através deste Manifesto, evidencia o valor da Biblioteca Pública, enquanto força viva para a educação e cultura, e como agente essencial para a promoção do bem-estar, considerando-a o centro local de informação. Consideram-se quatro, os aspetos em que a Biblioteca Pública desenvolve a sua ação: informação, alfabetização, educação e cultura.
O acesso ao conhecimento, à informação e à cultura, sem qualquer descriminação de idade, raça, sexo, religião, língua ou condição social, presente no Manifesto, implica, naturalmente, que a Biblioteca Pública seja da responsabilidade das autoridades locais e nacionais, e objeto de uma legislação e financiamento específicos.
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Enviado por Marcos Vasconcelos.
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terça-feira, 3 de março de 2020
segunda-feira, 8 de abril de 2019
Agência Universitária francesa abre acesso gratuito à sua biblioteca
A Agence Universitaire de la Francophonie - Agência Universitária da Francofonia (AUF) - uma das maiores associações de instituições de ensino superior e pesquisa do mundo, fundada há quase 60 anos e que reúne mais de 900 universidades, faculdades, redes universitárias e centros de pesquisa científica usando a língua francesa em 113 países, oferece agora acesso gratuito a mais de 5 milhões de recursos on-line: cursos on-line, livros, artigos científicos em todas as disciplinas. A Biblioteca Digital do Espaço Universitário Francófono (BNEUF) pode ser aberta neste link: https://bneuf.auf.org
- Alunos e professores podem agora usar todos os recursos online gratuitamente;
- As instituições também podem propor a referência de seus próprios recursos digitais na BNEUF, a fim de torná-los acessíveis aos 15 milhões de estudantes das instituições membros da AUF;
- As instituições podem referenciar seus professores-pesquisadores-especialistas no Atlas de especialização da BNEUF, caso ainda não estejam lá, a fim de aprimorar sua expertise com toda a Francofonia via BNEUF;
- A AUF negocia com vários editores privados o acesso ilimitado aos seus recursos através de uma assinatura muito vantajosa, apoiada financeiramente pela AUF para todas as suas instituições membros interessadas.
Enviado por Marcos Vasconcelos.
sexta-feira, 23 de março de 2018
Reabre a Biblioteca Pública de Santa Teresa
A Biblioteca José de Alencar foi originada no ano de 1971. Está instalada no interior do Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, e vincula-se à Gerência de Bibliotecas da Subsecretaria de Identidade Cultural, da Secretaria Municipal de Cultura, fazendo parte da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.
*O patrono, José de Alencar, é considerado um dos mais importantes nomes da literatura brasileira. Autor de clássicos como:
1) O Guarani;
2) Iracema;
3) As Minas de Prata;
4) Lucíola e
5) Senhora.
*O espaço informacional oferece um acervo de obras de conteúdo variado, desde infantis até fontes para pesquisas científicas (essa coleção está disponível para empréstimo), e materiais de referência.
*Atendimento e auxílio à pesquisa no acervo.
Recuperação da informação através do catálogo impresso por (autor, título e assunto).
*Empréstimos dos ítens do acervo (mediante a cadastro com foto 3x4, comprovante de residência, CPF e RG).
*Funcionamento: 3ª a 6ª feira das 10h às 17h.
Enviado por Marcos Vasconcelos.
sexta-feira, 13 de maio de 2016
O Ecomuseu Ilha Grande da UERJ inaugura Biblioteca Comunitária na praia de Palmas
Contação de histórias e brincadeiras marcaram a inauguração da Biblioteca Comunitária do Ecomuseu Ilha Grande da UERJ, na praia de Palmas, litoral sul fluminense, esta semana. Com o objetivo de fomentar a cultura da região e atender às antigas reivindicações dos moradores, um depósito de jardim foi doado para funcionar como guarda-livros. A comunidade fará a gestão do local, que permanecerá aberto das 15h às 17h30, possibilitando o empréstimo e a leitura de exemplares didáticos e de literatura em geral.
Entre os presentes na celebração estavam o diretor do Departamento Cultural, Ricardo Lima, o coodenador geral do Ecomuseu Ilha Grande, Gelsom Rozentino, as coordenadoras Maya Suemi, do Centro Multimídia e Ana Carolina Huguenin, do Museu do Cárcere, a museóloga Viviane Ribeiro, assim como as lideranças Sandra Mara Luiz Domingues, Bruna Morena Freire e Vitória Rodrigues Uchoa.
A ideia da criação desta biblioteca surgiu após o evento Primavera de Museus, em 2014, onde foi possível conhecer as necessidades da população do lugar, que sofre com a ausência de energia elétrica, sinal de telefone celular e internet. "Buscamos inspiração em experiências que existem no Brasil e no mundo. Apesar do momento adverso, e da grave crise que atravessamos, essa foi uma importante conquista junto á comunidade", afirma Gelsom Rozentino. Para o diretor do Decult, Ricardo Lima, "cultura é inerente a todo grupo humano, onde quer que esteja, por isso é uma alegria estar abrindo este espaço", diz.
Abaixo, fotos do evento:
Mais informações com Rosana Rocha (Comunicação Social, Decult/SR-3/UERJ)
(21) 2334-0938
(21) 98752-1028
Enviado por Marcos Vasconcelos.
Entre os presentes na celebração estavam o diretor do Departamento Cultural, Ricardo Lima, o coodenador geral do Ecomuseu Ilha Grande, Gelsom Rozentino, as coordenadoras Maya Suemi, do Centro Multimídia e Ana Carolina Huguenin, do Museu do Cárcere, a museóloga Viviane Ribeiro, assim como as lideranças Sandra Mara Luiz Domingues, Bruna Morena Freire e Vitória Rodrigues Uchoa.
A ideia da criação desta biblioteca surgiu após o evento Primavera de Museus, em 2014, onde foi possível conhecer as necessidades da população do lugar, que sofre com a ausência de energia elétrica, sinal de telefone celular e internet. "Buscamos inspiração em experiências que existem no Brasil e no mundo. Apesar do momento adverso, e da grave crise que atravessamos, essa foi uma importante conquista junto á comunidade", afirma Gelsom Rozentino. Para o diretor do Decult, Ricardo Lima, "cultura é inerente a todo grupo humano, onde quer que esteja, por isso é uma alegria estar abrindo este espaço", diz.
Abaixo, fotos do evento:
Mais informações com Rosana Rocha (Comunicação Social, Decult/SR-3/UERJ)
(21) 2334-0938
(21) 98752-1028
Enviado por Marcos Vasconcelos.
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Frases
“Quando você está crescendo há dois locais institucionais que te afetam mais do que qualquer outro: a igreja, que pertence a Deus, e a biblioteca pública, que pode pertencer a você.” (Keith Richards)Enviado por Marcos Vasconcelos.
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Moradores de rua passam em concurso público em Belo Horizonte
Marcelo Santiago ficou em 1º lugar e Jusair da Silva, na 20ª posição.
O feito foi alcançado graças a bibliotecas e à determinação de ambos
Marcelo Batista Santiago, de 39 anos, passou em primeiro lugar no concurso público para auxiliar de limpeza da empresa estadual Minas Gerais Administração e Serviços S.A (MGS). Quase 12 mil candidatos disputaram uma das 300 vagas oferecidas. Mais do que alcançar o topo da lista, o morador de rua, que viveu perambulando por Belo Horizonte entre 2012 e 2014, conseguiu retomar o controle da própria vida.
“Foi muito sofrimento. Falta de comida, de lugar pra tomar banho, pra dormir. Tive que aprender a me virar. Foi muito duro”, disse ele.
Hoje, Marcelo vive na República Reviver, espaço da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) e administrada pela Arquidiocese de Belo Horizonte, que oferece moradia temporária para homens sem-teto. São 40 vagas disponíveis, cuja permanência é por, no máximo, 18 meses. “Meu sonho agora é providenciar a minha casa”, contou.
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(Do G1)
Enviado por Luciana Avellar.
terça-feira, 26 de maio de 2015
London’s 10 best library cards
From mural art to graffiti, London’s boroughs are finding new ways of expressing themselves – through the humble medium of the library card.
Maligned, abused, crushed almost to death by public austerity, public libraries are being forced to take creative measures to kindle the interest of an attention-deficient public. The library ticket, alongside the loyalty card three stamps shy of a free coffee, has become something that sits in the wallets of many but may never have been given a second thought. But some London boroughs have been cheering up their passes and the diversity of designs is suprising. Here are some of the most eye-catching (...)
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Enviado por Emília Sandrinelli.
Maligned, abused, crushed almost to death by public austerity, public libraries are being forced to take creative measures to kindle the interest of an attention-deficient public. The library ticket, alongside the loyalty card three stamps shy of a free coffee, has become something that sits in the wallets of many but may never have been given a second thought. But some London boroughs have been cheering up their passes and the diversity of designs is suprising. Here are some of the most eye-catching (...)
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Enviado por Emília Sandrinelli.
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Governo do Estado inaugura, no município de Volta Redonda, biblioteca com capacidade para 15 mil livros
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| Foto de Érica Ramalho |
Na última sexta-feira, dia 22 de maio, o governador Luiz Fernando Pezão inaugurou, em Volta Redonda (RJ), a Biblioteca Municipal Raul de Leoni. Revitalizado com recursos do programa Somando Forças, da Secretaria de Obras, a unidade tem arquitetura moderna, capacidade para um acervo de 15 mil livros, e todos os ambientes são adaptados para pessoas com deficiência.
Com a reforma, o espaço para leitura infantil foi ampliado e a população passou a contar com uma sala de informática (com 25 computadores para pesquisa e livre acesso à internet), setor de jornais e revistas, um novo acervo de livros, auditório para 140 pessoas, cinco salas de estudos e um café.
Enviado por Mauro Corrêa Filho
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Reportagem de “O Globo” faz um balanço do funcionamento das quatro bibliotecas-parque do estado do Rio
Em matéria publicada do último domingo, 30 de novembro, o jornal “O Globo” descreve as impressões ao percorrer as 4 bibliotecas-parque em funcionamento no estado do Rio. De acordo com a reportagem, as bibliotecas-parque do Rio recebem cada vez mais frequentadores (nos últimos três meses, a média de aumento das quatro foi de 45%) e têm o diferencial não ser apenas uma coleção de livros disponível para empréstimo, mas um complexo de entretenimento e cultura gratuito, com salas de cinema, estúdios de música, café e espaço para atividades diversas — e inclusivas. Apesar de registrar poucas queixas dos usuários, a reportagem destaca o preconceito contra a frequência de moradores nas bibliotecas como um dos maiores problemas encontrados.
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| Salão central da Biblioteca Parque Estadual, na Avenida Presidente Vargas, no Centro - foto de Guito Moreto |
Clique aqui para ler a reportagem completa.
Enviado por Mauro Corrêa Filho
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Em entrevista ao Jornal O Globo, chefe da divisão de obras raras da Biblioteca Nacional fala sobre preservação
Em entrevista à seção “Conte algo que não sei”, do Jornal O Globo de hoje, 21 de outubro, a bibliotecária Ana Virgínia Pinheiro, chefe da divisão de obras raras da Biblioteca Nacional e professora de história das publicações na Uni-Rio, fala de sua relação com os livros e da necessidade de preservação dos acervos.
Para ler a entrevista, clique aqui.
Enviado por Mauro Corrêa Filho
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Biblioteca Parque Estadual promove colóquio para reflexão sobre o papel das bibliotecas públicas
Entre os dias 22 a 24 de outubro acontece o 1° Colóquio Internacional “Bibliotecas Públicas: espaços de reflexão” – na Biblioteca Parque Estadual, no centro do Rio de Janeiro.
A inscrição no evento é gratuita, mediante preenchimento do formulário de inscrição. Após preenchido favor enviá-lo até 19 de outubro para coloquiointernacional@cultura.rj.gov.br.
Abaixo, pode ser encontrada a programação de cada dia:
Dia 22 de Outubro
Dia 23 de Outubro
Dia 24 de Outubro
Enviado por Rosangela Salles.
A inscrição no evento é gratuita, mediante preenchimento do formulário de inscrição. Após preenchido favor enviá-lo até 19 de outubro para coloquiointernacional@cultura.rj.gov.br.
Abaixo, pode ser encontrada a programação de cada dia:
Dia 22 de Outubro
Dia 23 de Outubro
Dia 24 de Outubro
Enviado por Rosangela Salles.
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Equipes das Bibliotecas Comunitária, CAP/A e CAP/B visitam a Biblioteca Parque do RJ
Os servidores das bibliotecas que atendem o Colégio de Aplicação da UERJ – CAP/A (representado pela bibliotecária Luciana Paes) e CAP/B (representado pela bibliotecária Deise Cardoso) – e da Biblioteca Comunitária (bibliotecária Yara Mello) visitaram, no último dia 28 de agosto, a Biblioteca Parque Estadual (BPE). Acompanhados da diretora da Rede Sirius, Rosangela Salles, puderam conhecer as instalações e o funcionamento desta que é a matriz da rede de Bibliotecas Parque, da qual já fazem parte a Biblioteca Parque de Manguinhos, a Biblioteca Pública de Niterói e a Biblioteca Parque da Rocinha.
Localizada em um edifício de 15 mil metros quadrados no centro do Rio de Janeiro, a Biblioteca Parque Estadual foi reinaugurada no dia 29 de março de 2014, após extenso trabalho de ampliação e modernização arquitetônica e de seu acervo.
A nova BPE é um local de espaços amplos, confortáveis e funcionais, que pretende ser um polo de atividades culturais, informação e lazer acessível a todos. Promove também atividades de fomento à leitura e é um espaço de educação informal, investindo assim no conceito de inclusão social e ampliação do acesso à leitura. O acervo literário inclui mais de 250 mil itens, livros de arte, quadrinhos, 20 mil filmes, três milhões de músicas digitalizadas, biblioteca infantil, teatro com 240 lugares, auditório com 90 lugares, estúdios de som e de vídeo, salas multiusos para laboratórios, cafeteria, restaurante, jardim suspenso, pátio e bicicletário.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Projetos de lei pedem inclusão da Bíblia nos acervos de bibliotecas
O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 16/2009 que inclui a Bíblia nos acervos de todas as bibliotecas públicas do país, entrou na pauta de votações da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. De lá, ele vai a plenário e, caso aprovado, pode ser encaminhando para a sanção da presidente Dilma Rousseff.
Há outros projetos semelhantes Brasil afora que visam incluir por força de lei o livro religioso em acervos de bibliotecas e escolas públicas, como no Recife, em Manaus e em Fortaleza, onde vereadores propuseram que a Bíblia não só constasse de bibliotecas, mas também de escolas da rede municipal.
Leia a notícia completa
O Globo online - 23/08/2014Enviado por Mauro Corrêa Filho
terça-feira, 13 de maio de 2014
Câmara dos Deputados disponibiliza acervo digitalizado gratuitamente na web
Boa notícia para pesquisadores, historiadores, professores universitários, estudantes e leitores em geral. O Centro de Documentação e Informação (Cedi) da Câmara dos Deputados vai disponibilizar o acervo de obras raras de forma gratuita na internet. Por enquanto, cerca de 80 livros foram digitalizados e colocados para download no portal do órgão. A meta para a primeira etapa é de 200 obras. A expectativa, porém, é de liberar tudo o que for possível.
“A ideia é disponibilizar todo o acervo na internet”, afirma a chefe da seção de obras raras e especiais da Biblioteca Pedro Aleixo, Maria Cristina Silvestre. Ao todo, são 4,6 mil livros e 108 periódicos entre as raridades. As obras são mais centradas nas áreas de direito, política, história e literatura, mas também há títulos de geografia e religião.
Na parte de política, Cristina cita a coleção de Diários Oficiais de 1862 a 1899, relatórios, constituições e legislações de Portugal na época do Brasil colônia e o livro Notices of Brazil — 1828 and 1829 (Avisos do Brasil — 1828 e 1829, em tradução livre), de Robert Walsh (1830), no qual há uma rara ilustração da Câmara dos Deputados da época. “Uma biblioteca on-line dessas é uma ótima ideia. Imagino quanta informação podemos descobrir com o cruzamento de dados nesses Diários Oficiais antigos”, anima-se o cientista político Rafael Barroso, 26 anos.
A diretora da Biblioteca, Rosa Paganine, define a disponibilidade dos arquivos de forma gratuita como um ponto alto na carreira. “Nós devemos preservar, organizar e divulgar as obras. Conseguir disponibilizar o acervo de raridades na internet é um passo muito importante, um ponto muito alto de realização profissional”, emociona-se.
Leia mais:
(do Correio Braziliense)
Enviado por Luciana Avellar.
“A ideia é disponibilizar todo o acervo na internet”, afirma a chefe da seção de obras raras e especiais da Biblioteca Pedro Aleixo, Maria Cristina Silvestre. Ao todo, são 4,6 mil livros e 108 periódicos entre as raridades. As obras são mais centradas nas áreas de direito, política, história e literatura, mas também há títulos de geografia e religião.
Na parte de política, Cristina cita a coleção de Diários Oficiais de 1862 a 1899, relatórios, constituições e legislações de Portugal na época do Brasil colônia e o livro Notices of Brazil — 1828 and 1829 (Avisos do Brasil — 1828 e 1829, em tradução livre), de Robert Walsh (1830), no qual há uma rara ilustração da Câmara dos Deputados da época. “Uma biblioteca on-line dessas é uma ótima ideia. Imagino quanta informação podemos descobrir com o cruzamento de dados nesses Diários Oficiais antigos”, anima-se o cientista político Rafael Barroso, 26 anos.
A diretora da Biblioteca, Rosa Paganine, define a disponibilidade dos arquivos de forma gratuita como um ponto alto na carreira. “Nós devemos preservar, organizar e divulgar as obras. Conseguir disponibilizar o acervo de raridades na internet é um passo muito importante, um ponto muito alto de realização profissional”, emociona-se.
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(do Correio Braziliense)
Enviado por Luciana Avellar.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
O plano que fará com que uma biblioteca evolua para além dos livros
Bibliotecas costumam ser lugares para leitura. Mas as coisas não são mais tão simples assim. Em Washington DC, capital dos Estados Unidos, foi anunciada uma proposta vencedora para a renovação da biblioteca central histórica. E trata-se de um plano ambicioso para transformar o edifício em um lugar onde ideias nascem – e as coisas são de fato feitas.
Em uma cidade cheia de monumentos e edifícios governamentais, a Biblioteca Memorial Martin Luther King Jr. é um raro exemplo de modernismo. Inaugurada em 1972, o prédio foi o último idealizado pelo famoso arquiteto Ludwig Mies van der Rohe – e é um excelente exemplo do estilo de Mies: uma estrutura primariamente horizontal e classicamente proporcional.
Mesmo antes dos projetos de restauração, a biblioteca começou a se preparar para o futuro. No ano passado, ela substituiu parte dos livros por uma área chamada “Digital Commons”, com 60 PCs, 16 iMacs, uma máquina de livros expressa, uma impressora 3D, e, o mais importante de tudo, espaço para 140 pessoas se sentarem e ligarem os próprios computadores.
Foi o primeiro passo para institucionalmente reconhecer o que bibliotecários e observadores casuais sabem há muito tempo: que a biblioteca não é mais um lugar onde pessoas vão para buscar livros. Na verdade, não é um lugar onde pessoas vão para fazer uma única coisa. É um lugar onde pessoas vão para fazer várias coisas, seja para usar computadores públicos em busca de emprego, ou estudantes e profissionais que querem um espaço silencioso para fazer algum trabalho.
Leia mais:
Do site Gizmodo.
Enviado por Marcos Vasconcelos via Robson Dias e Rinaldo Magallon.
Em uma cidade cheia de monumentos e edifícios governamentais, a Biblioteca Memorial Martin Luther King Jr. é um raro exemplo de modernismo. Inaugurada em 1972, o prédio foi o último idealizado pelo famoso arquiteto Ludwig Mies van der Rohe – e é um excelente exemplo do estilo de Mies: uma estrutura primariamente horizontal e classicamente proporcional.
Mesmo antes dos projetos de restauração, a biblioteca começou a se preparar para o futuro. No ano passado, ela substituiu parte dos livros por uma área chamada “Digital Commons”, com 60 PCs, 16 iMacs, uma máquina de livros expressa, uma impressora 3D, e, o mais importante de tudo, espaço para 140 pessoas se sentarem e ligarem os próprios computadores.
Foi o primeiro passo para institucionalmente reconhecer o que bibliotecários e observadores casuais sabem há muito tempo: que a biblioteca não é mais um lugar onde pessoas vão para buscar livros. Na verdade, não é um lugar onde pessoas vão para fazer uma única coisa. É um lugar onde pessoas vão para fazer várias coisas, seja para usar computadores públicos em busca de emprego, ou estudantes e profissionais que querem um espaço silencioso para fazer algum trabalho.
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Do site Gizmodo.
Enviado por Marcos Vasconcelos via Robson Dias e Rinaldo Magallon.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Primeira biblioteca do mundo completamente digital é inaugurada nos EUA
Os moradores da cidade de San Antonio, no estado norte-americano do Texas, são os primeiros no mundo a ter acesso a uma biblioteca pública 100% digital. Trata-se da Bexar BiblioTech, aberta ao público recentemente, no outono americano.
Com um conceito arquitetônico que lembra o design das lojas da Apple – com mobiliário retangular, divisórias em vidro e iluminação fria, a biblioteca custou US$ 2,3 milhões e é administrada por duas mulheres.
São 10 mil títulos digitais cadastrados e o público tem acesso a internet sem fio gratuita, 600 e-readers, 48 iMacs, 10 laptops e 40 tablets para uso no local. Cada um dos e-readers vem com 200 títulos infantis já carregados. Quem possuir tablet ou e-reader pode levar para a biblioteca – cada leitor pode carregar até cinco livros em seu dispositivo – e acessar o conteúdo disponível.
A Bexar BiblioTech oferece ainda aulas de computação, programas de aprendizado para crianças e adultos e salas de estudo. Para usufruir dos recursos, basta ser morador da cidade e se cadastrar gratuitamente.
Leia mais:
(do site Tech Tudo)
Enviado por Marcos Vasconcelos.
Com um conceito arquitetônico que lembra o design das lojas da Apple – com mobiliário retangular, divisórias em vidro e iluminação fria, a biblioteca custou US$ 2,3 milhões e é administrada por duas mulheres.
São 10 mil títulos digitais cadastrados e o público tem acesso a internet sem fio gratuita, 600 e-readers, 48 iMacs, 10 laptops e 40 tablets para uso no local. Cada um dos e-readers vem com 200 títulos infantis já carregados. Quem possuir tablet ou e-reader pode levar para a biblioteca – cada leitor pode carregar até cinco livros em seu dispositivo – e acessar o conteúdo disponível.
A Bexar BiblioTech oferece ainda aulas de computação, programas de aprendizado para crianças e adultos e salas de estudo. Para usufruir dos recursos, basta ser morador da cidade e se cadastrar gratuitamente.
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(do site Tech Tudo)
Enviado por Marcos Vasconcelos.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Bibliotech: a primeira biblioteca pública dos EUA sem livros impressos
A primeira biblioteca pública totalmente digital dos EUA foi
aberta recentemente no condado de Bexar County, no estado do Texas.
Agora, todos os 1,7 milhões de habitantes da região podem acessar
gratuitamente o acervo com cerca de 10 mil obras. Melhor, para ter
acesso aos livros não é necessário se locomover até o prédio físico da
biblioteca, basta acessar a internet.O projeto Bibliotech foi desenvolvido pelo juiz Nelson Wolff, um amante da literatura e colecionador de obras raras, também responsável por levar ao condado uma biblioteca com livros impressos de US$ 38 milhões na década de 1990. A nova empreitada custou apenas US$ 2,4 milhões.
- Eu olho hoje para aquela biblioteca e fico orgulhoso, mas penso: o que vamos fazer com ela? - disse Wolff sobre sua antiga obra, em entrevista ao site CNet.
O prédio físico da Bibliotech se localiza na cidade de San Antonio. Para funcionar durante 8 horas diárias, a biblioteca tem apenas duas funcionárias, as jovens Ashley Eklof e Catarina Velasquez.
- Nós podemos focar nas necessidades da comunidade e não temos que lidar com os processos físicos dos livros – explicou Ashley.
Para ter acesso ao acervo, os moradores do condado podem se registrar on-line e baixar os títulos em seus próprios tablets e computadores. Caso a pessoa não tenha acesso à internet ou precise de leitores, pode se dirigir à sede física da biblioteca.
Estão à disposição da população 800 e-readers, sendo 200 especiais para crianças, 48 computadores, 10 laptops e 40 tablets. Os leitores podem ser emprestados por duas semanas e eles já vão carregados com as obras escolhidas. Caso não sejam devolvidos no prazo, o usuário recebe multa diária de US$ 1 até o 14º dia. A partir de então, o aparelho é dado como perdido e a multa de US$ 150 é adicionada à conta.
A duração do empréstimo dos livros digitais é de 14 dias, mesmo que baixados no leitor próprio do usuário. A partir desse período, a obra é excluída do software utilizado para a distribuição e leitura.
Enviado por Rosangela Salles
terça-feira, 16 de abril de 2013
A redenção pela leitura
Designado para o comando de uma biblioteca pública em plena favela de Manguinhos, há dois anos, o geógrafo Alexandre Pimentel sabia que teria uma aventura e tanto pela frente. O programa de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), empreendido pela Secretaria de Segurança Pública, ainda não havia chegado por lá e o complexo de casebres era dominado por traficantes uma ameaça real aos funcionários e ao amplo prédio de 2 300 metros quadrados, com 27 000 livros e 62 computadores para navegação na internet. Mesmo assim, Pimentel nunca temeu roubos nem invasões. Sua estratégia foi manter as portas abertas e receber bem quem buscava as atividades culturais e o acervo oferecidos pela instituição, parte de um conjunto que hoje agrega um colégio estadual, um centro poliesportivo, uma UPA, uma clínica da família e, mais recentemente, a UPP local. Um sinal claro de que essa "ocupação de território" foi bem-sucedida é a respeitosa reverência com que os moradores do lugar tratam os funcionários e as instalações. Com equipamentos e mobiliário intactos, trata-se do mais perfeito exemplo de organização em meio ao caos. "Eu sempre acreditei no poder civilizador dos livros, e esta biblioteca é a prova disso", diz Pimentel.
Leia mais:
(da Veja Rio)
Enviado por Marcos Vasconcelos.
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(da Veja Rio)
Enviado por Marcos Vasconcelos.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Envio de livros para bibliotecas públicas pode ficar isento de tarifa postal
Doar livros para bibliotecas públicas pode ficar mais fácil. Tramita na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) projeto de lei que prevê isenção das tarifas postais para esse tipo de encomenda. A proposta (PLS 369/2012) foi apresentada pelo senador Clésio Andrade (PMDB-MG) em outubro do ano passado.
De acordo com o projeto, para ficar isento das tarifas, o doador deverá, no ato da postagem, indicar, entre instituições previamente cadastradas, aquela a que o material se destina. A encomenda deverá consistir exclusivamente de livros e outros materiais de consulta e poderá ser encaminhada a bibliotecas públicas federais, estaduais, distritais ou municipais.
Ao justificar sua iniciativa, Clésio apontou dados do 1º Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais, divulgado em 2010. De acordo com o levantamento, o Brasil possui 2,67 bibliotecas municipais por 100 mil habitantes, instituições essas fortemente concentradas nas regiões Sul e Sudeste.
Além da carência de bibliotecas, as poucas que existem enfrentam o dilema da limitação dos seus acervos, frequentemente desatualizados, ressalta o senador.
“Em muitos casos, inauguram-se as instalações físicas de bibliotecas públicas sem que se disponha sequer de uma coleção para que a instituição exerça, de fato, seu papel de casa de cultura”.
A proposta altera a Lei 6.538/1978, que regula os serviços postais, e estabelece prazo de 180 dias para que as instituições sejam cadastradas. Aprovado na CE, o PLS será encaminhado à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde será analisado em caráter terminativo.
(da Agência Senado)
Enviado por Marcos Vasconcelos.
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