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sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

Nos 70 anos da UERJ, a Rede Sirius cria espaço com galeria de fotos que contam a história da Universidade


Hoje, 4 de dezembro de 2020, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro completa 70 anos. 

Em homenagem a esta importante data a Rede Sirius - Rede de Bibliotecas UERJ - organizou uma coletânea de fotos com registros das sete décadas de história da Universidade. A seleção de imagens é composta por fotos do acervo do Núcleo MID/Rede Sirius, da Diretoria de Comunicação Social/UERJ (Comuns) e do Arquivo Nacional.

Acesse o site da Rede Sirius e conheça o acervo de fotos.

Enviado por Mauro Corrêa Filho

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Faculdade de Direito da UERJ lança documentário para comemorar seus 80 anos

Para celebrar seus 80 anos, completados em 2015, a Faculdade de Direito da UERJ lançará, no dia 04 de outubro, às 20h, no Cine Odeon, um documentário sobre sua história.

Produzido pelo Comitê Direito 80, o documentário “Do Velho Casarão ao Congo: uma história de resistência” tem direção de Caio Bucker, roteiro de Marcos Maia, finalização de Alexandre Mandarino, direção de fotografia de Pedro Brandão e trilha sonora de Frederico Eça e André Sanches.

O documentário é um dos produtos culturais que compõem o “Projeto Direito UERJ 80”, que tem como objetivo resgatar a memória da faculdade que, desde a sua fundação, primou pela pluralidade, diversidade, democracia e inclusão. Além do documentário, serão lançados um almanaque e uma exposição sobre os 80 anos da faculdade.

O “Projeto Direito UERJ 80” é uma parceria da Faculdade de Direito da UERJ com a Associação Cultural e de Pesquisa Noel Rosa, com apoio do Ministério da Cultura, através da Lei Rouanet.

A ideia do projeto nasceu ainda em 2013. A intenção era lançar o documentário em 2015, quando então a faculdade completaria seus 80 anos. Mas, devido às dificuldades enfrentadas pela universidade, o projeto sofreu atrasos.

Clique aqui para ler a matéria completa, publicada na edição de 19/09/2017 do  Jornal do Brasil.

Enviado por Mauro Corrêa Filho

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

A inegável origem africana do Samba

Em continuação às atividades comemorativas do Ano do Samba, a Uerj promove roda de conversa sobre “A Desafricanização do Samba”, no dia 4 de novembro, às 14h, no Centro Cultural da universidade. O evento terá a participação  do historiador  Luiz Antônio Simas e mediação do professor do Instituto de Artes da instituição, Mauricio Barros.

A ideia é debater sobre as origens do gênero musical, as multiplicidades de subgêneros e diferenças regionais, reconhecimentos e preconceitos. “Tenho convicção de que o complexo cultural do samba é fundamental para que entendamos de forma mais aguçada a própria história da formação social brasileira, marcada por quatro séculos de escravidão, e dos seus dilemas”, diz Luiz Simas.

Para ele, as referências mais diretas à temática africana ainda se mantêm com relação aos enredos de carnaval. "As agremiações são, até os dias de hoje, veículos que enfocam, salvo exceções, a África por uma perspectiva predominantemente folclorizante e, curiosamente, distante", afirma o historiador.

O bate-papo acontece no Salão 2 do Centro Cultural da Uerj, localizado na Rua São Francisco Xavier, 524, no Maracanã. A entrada é franca.

UERJ/SR-3/DECULT/COART apresentam:
Roda de conversa sobre “A Desafricanização do Samba”
Data e horário: 4 de novembro de 2016, às 14h
Local: Salão 2 (Centro Cultural da UERJ)
Endereço: Rua São Francisco Xavier, 524 - Maracanã (em cima do restaurante universitário)
ENTRADA FRANCA
Informações: 2334-0625
Website: http://www.decult.uerj.br/
Facebook: https://www.facebook.com/decult.uerj


Enviado por Paula Vieira via Danielle Motta.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Rio450 - Rede Sirius lança hotsite com acervo sobre a cidade



No dia 01 de março a cidade do Rio de Janeiro comemorou o aniversário de 450 anos e, desde o final do ano passado, a prefeitura vem implementando diversas iniciativas para homenagear a cidade. O projeto Rio450anos, com mais de 200 eventos espalhados por todo o Rio, inclui uma programação que se estenderá até o final de 2015. O calendário do projeto foi dividido em seis categorias – Artes, Esportes, Seminários, Presentes, Música e Festivais – e um dos eventos será a Biblioteca Rio450, uma coleção de 65 livros abordando os mais variados temas relacionados à cidade.

A Rede Sirius – Rede de Bibliotecas da UERJ –, também possui um acervo significativo de obras sobre a cidade do Rio de Janeiro, algumas datadas do início do século XX. Por isso, nossa contribuição para a comemoração dos 450 anos da cidade foi a organização de um hotsite com o acervo Núcleo de Memória, Informação e Documentação da Rede Sirius (MID), composto de mais de 100 obras de grande importância histórica. Entre os exemplares, há obras que foram lançadas (ou relançadas) especialmente para as comemorações do IV Centenário, em 1965, como "O Rio através dos séculos: a história da Cidade em seu IV Centenário", de Nelson Costa e "Rio de Janeiro em prosa & verso", de Manuel Bandeira & Carlos Drummond de Andrade.

O acervo está disponível para consulta no MID – Núcleo de Memória, Informação e Documentação da Rede Sirius (UERJ), localizado na Rua São Francisco Xavier, 524 – 2º andar – bloco C - Maracanã.

Para visitar o hotsite, clique aqui.

Enviado por Mauro Corrêa Filho

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Biblioteca Rio450 reedita obra de luxo do quarto centenário da cidade

Este ano o Rio de Janeiro completa 450 anos, e diversas iniciativas e eventos já estão acontecendo para comemorar a data. Entre eles a Biblioteca Rio450, uma coleção de 65 livros abordando os mais variados temas relacionados à cidade. O evento nasceu da parceria do Comitê Rio450 com a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e a Secretaria Municipal de Cultura, que lançaram editais convocando autores para apresentar suas obras.
Marcelo Calero e o livro que vai ser reeditado (Foto: Lilian Quaino/G1)







O carro-chefe da coleção Biblioteca Rio450 é a reedição do livro lançado há 50 anos em comemoração aos 400 anos do Rio “A Muito Leal e Heróica Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”, obra do historiador Gilberto Ferrez e do editor Raymundo Ottoni de Castro Maya. Com 270 páginas, o livro de luxo em que reproduz mapas, gravuras, quadros e fotografias que retratavam a cidade então quatrocentona. Parte do material pertencia à coleção do próprio Castro Maya e pode ser visto de perto no Museu da Chácara do Céu, em Santa Teresa, da Fundação Castro Maya.

Em matéria publicada no portal G1, o presidente do Comitê Rio450, Marcelo Calero, explicou que o livro será reeditado em fac-símile – não haverá qualquer alteração em relação à edição original, sequer a atualização gramatical – mas em tamanho menor e, como todos os outros da coleção, terá uma lombada preta com a logomarca dos 450 anos do Rio.

O comitê fez uma parceria com a Secretaria de Cultura, no Programa de Fomento à Cultura Carioca, que destinou R$ 1,5 milhão para livros sobre o Rio de Janeiro. Depois o comitê fez outra parceria com a Faperj, que lançou dois editais, um de publicações e outro de eventos científicos, com verba de R$ 2 milhões para o primeiro e R$ 1 milhão para o segundo.

Marcelo Calero considera que foi uma parceria muito profícua. “Serão 49 obras da Faperj, mais 16 da Secretaria de Cultura. No final, teremos uma biblioteca superconsistente e robusta, não pela quantidade, mas pela evidente possibilidade de abarcar aspectos mais variados e esgotar o tema Rio de Janeiro”, avalia.

Os livros da Biblioteca Rio450 terão a lombada preta com a logomarca do Rio 450 anos (Foto: Lilian Quaino/G1)

Os livros da Biblioteca Rio450 serão lançados ao longo do ano, priorizando a distribuição em bibliotecas, escolas municipais. Mas parte das edições estará à venda nas livrarias.

Enviado por Mauro Corrêa Filho

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

FGV comemora 70 anos com exposição sobre história e tecnologia.

A exposição "Remodelando a História”, inédita no Brasil, estará aberta ao público entre os dias 2 de setembro e 31 de outubro, no Centro Cultural da Fundação Getulio Vargas. A exposição ilustra as recentes inovações científicas e tecnológicas em 3D para o setor de preservação da herança cultural, demonstrando o uso dessa tecnologia em diferentes contextos, como modelagem de artefatos, sítios arqueológicos e
monumentos.

Realizada pela Escola de Matemática Aplicada da instituição (FGV/Emap), a exposição é parte do calendário comemorativo dos 70 anos da FGV. A proposta é ressaltar o valor da aplicação da tecnologia 3D como alternativa para a conservação e reconstrução de objetos tangíveis, destacando como o uso crescente dessa tecnologia vem auxiliando na documentação e preservação de acervos culturais e patrimônios históricos.

“Quem visitar a mostra poderá ver como a tecnologia 3D ajudou na recuperação de obras de arte de grande valor artístico e cultural e ainda na descoberta de fatos passados que só puderam ser revelados depois do uso da tecnologia”, afirma a professora da FGV/Emap Aisla Medeiros e Sá, que coordena o evento.

Resultado de um projeto de quatro anos conduzido por um consórcio de 19 entidades europeias, a mostra já passou por diversos países, entre os quais Inglaterra, Itália e Alemanha, e integra a iniciativa do centro de competência VCC-3D – Virtual Competence Centre for 3D in cultural heritage – em promover avanços no estado da arte em digitalização e documentação de acervos 3D.

Exposição “Remodelando a História”
Onde: Centro Cultural FGV
Praia de Botafogo 186 – Botafogo
Quando: de 2 de setembro a 31 de outubro
 
Enviado por Nadia Lobo.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A evolução do livro

Um interessante gráfico que mostra a evolução dos livros na história.

(clique na imagem para vê-la ampliada)

Enviado por Sandra Müeller.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

115 anos do nascimento de Barbosa Lima Sobrinho

No último dia 22 de janeiro, completou-se 115 anos do nascimento de Barbosa Lima Sobrinho, jornalista, advogado, ensaísta, historiador, político, professor, membro da Academia Brasileira de Letras e notório presidente da Associação Brasileira de Imprensa. A Uerj presta a sua homenagem.

Clique na imagem para ampliá-la.

Enviado por Luciana Avellar.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Cartas às crianças de Troy

Em 1971, às vésperas da inauguração da primeira biblioteca pública em Troy, um pequeno subúrbio (hoje com 80 mil habitantes) nos arredores de Detroit, a bibliotecária local Marguerite Hart decidiu fazer um pedido para dezenas de personagens influentes daquele início de década. Ela foi atrás de políticos, escritores, músicos e figuras célebres da época solicitando que cada um escrevesse uma carta para as crianças da cidade falando sobre a importância das bibliotecas.
Para sua surpresa, ou melhor, para a sua alegria, pelo menos 50 grandes nomes da época responderam suas cartas e enviaram seus desejos de um futuro melhor para as crianças que utilizam a biblioteca de Troy. Anos depois, enfim esse arquivo de cartas foi digitalizado e agora pode ser visto na íntegra por qualquer um em qualquer lugar do mundo, graças à internet.

A lista inclui nomes de diversos campos culturais. Temos o ex-presidente americano Ronald Reagan, o secretariado do Papa João Paulo II, o lendário escritor de livros infantis Dr. Seuss, o genial escritor de ficcção científica Isaac Asimov, o pediatra-escritor Benjamin Spock, o ex-prefeito de Cleveland Carl Stokes, a grande executiva Helen Gurley Brown e até o primeiro homem a pisar na Lua, o astronauta Neil Armstrong.

A coleção Letters to the Children of Troy está disponível na íntegra em PDF no site oficial da Biblioteca de Troy e já como imagens em alta resolução no Flickr da Biblioteca (ambos em inglês). Logo abaixo você vê alguns dos destaques do ambicioso projeto arquitetado Marguerite Hart e seu maravilhoso resultado.


(da Revista Trip)

Enviado por Marcos Vasconcelos.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Lançada a coleção Brasiliana da Biblioteca Joanina, parceria entre a Universidade de Coimbra e a Uerj


"Parece-me que estão na verdade aqueles que disseram que esta arte de voar se entendia mais com o Santo Ofício que com a geometria, se eu estivesse no vosso caso dobraria de cautelas, olhai que cárcere, degredo e fogueira costumam ser a paga desses excessos, mas disto sabe um padre mais do que um soldado. Tenho cuidado e não me faltam proteções."

Trecho do diálogo entre dois personagens do romance Memorial do convento, de José Saramago, o soldado Baltasar Sete Sóis e o padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão.
Bartolomeu Lourenço de Gusmão: o padre inventor marca o lançamento da coleção Brasiliana da Biblioteca Joanina, uma parceria entre a Universidade de Coimbra e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Uerj. A coleção apresenta documentos de brasileiros que estudaram na Universidade de Coimbra e que se destacaram tanto nacional como internacionalmente.

A escolha do padre brasileiro para o primeiro título da série oferece a possibilidade de reapresentar a brasileiros e portugueses um homem culto, inventivo e corajoso, cuja vida e feitos permanecem pouco conhecidos até hoje. Além disso, os manuscritos e a história do "Padre Voador", nascido em 1685, em Santos, SP, permitem conhecer uma complexidade de temas que atravessam a história, o pensamento científico e natural, a perseguição religiosa e política e as intrigas da corte portuguesa em Portugal no século XVIII.

A edição é composta por uma apresentação e quatro capítulos assinados por cinco autores que introduzem e refletem sobre os manuscritos relativos a Bartolomeu de Gusmão acompanhados de iconografia variada, que inclui até selos comemorativos e foto do Zeppelin no Rio de Janeiro.

Como um índice em prosa, a apresentação assinada por Ricardo Vieiralves de Castro, Reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, conta como a Coleção Brasiliana da Biblioteca Joanina foi criada, expõe a razão da importância do livro, e insere o leitor no contexto dos ensaios que se debruçam sobre Bartolomeu Lourenço de Gusmão: o padre inventor.


Enviado por Luciana Avellar.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

MEC distribuirá 8 mil livros sobre a África a bibliotecas públicas

RIO - Durante o lançamento de uma coleção sobre história geral da África, o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que 8 mil exemplares serão distribuídos para todas as bibliotecas públicas do país até fevereiro de 2011."Não basta a vontade de querer cumprir a lei [que inclui o estudo da cultura e da história da África como conteúdo obrigatório em todas as escolas brasileiras], é preciso esforço", disse. "Essa coleção vai enriquecer a nossa própria cultura e vai inaugurar uma linha de pesquisa no Brasil sobre a história da África", completou.

Para o secretário de Educação Continuada do MEC, André Lázaro, o lançamento dos livros tem um significado histórico, uma vez que representa uma transformação cultural no país e uma tentativa de superar o racismo. "A primeira etapa é reconhecer que temos um problema", afirmou.

O coordenador do projeto, Válter Silvério, concorda que a obra vai ajudar a despertar a curiosidade de jovens pesquisadores no país. "Eles terão, pelo menos, um material de referência nesse tema. Acredito que a coleção possa nos fornecer um conhecimento do que somos enquanto povo e enquanto nação", concluiu.

Ele lembrou que o racismo não é algo sobre o qual as pessoas têm necessariamente consciência. Segundo Silvério, o lançamento dos livros é importante para que o país possa ampliar a construção de uma sociedade menos racista e mais democrática.

(do jornal O Globo)

Enviado por Marcos Vasconcelos

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Governo lança CD-ROM com memória da resistência à ditadura militar

Brasília – Oito mil escolas públicas de ensino médio de todo o país irão receber do governo federal um CD-ROM com a história de 394 mortos e desaparecidos durante a ditadura militar (1964-1985). O trabalho, feito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com apoio do Ministério da Educação (MEC) e sob a encomenda da Secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência da República, foi apresentado hoje (10) em Brasília.
O CD-ROM foi elaborado a partir dos arquivos do projeto Direito à Memória e à Verdade da SDH e outros documentos. Além da biografia dos perseguidos políticos, o CD vai permitir aos professores e estudantes conhecer o contexto histórico e cultural do período com acesso à cerca de 4 mil fotografias e ilustrações, 300 vídeos e mais 300 canções que fizeram parte dos protestos e da resistência à ditadura.
“Essa juventude hoje não conhece os anos difíceis que o país passou”, disse o ministro da Educação, Fernando Haddad, no lançamento. Segundo ele, o CD-ROM “será festejado como um instrumento de transformação”. Para Haddad, há um efeito pedagógico e cívico na iniciativa. “Democracia se apropria com a cultura. Não é nata do ser humano”, disse ao enfatizar que os valores democráticos precisam ser ensinados.
O ministro Paulo Vannuchi enfatizou que o CD ROM é uma experiência “absolutamente pioneira” em projetos de memória. “Não lembro de ter ouvido falar em outro país”, disse. SDH e MEC também são parceiros na elaboração das diretrizes curriculares nacionais para direitos humanos.
O CD-ROM deverá virar um site a ser desenvolvido pela UFMG. O trabalho foi coordenado pela professora Heloisa Maria Murgel Starling do departamento de história da UFMG e contou com a participação de 15 estudantes de várias áreas, entre elas, história, direito e comunicação.
Para a professora, o projeto é uma “batalha ganha” na recuperação da memória da época da ditadura. “Ao abordar a cultura, o CD-ROM traz uma dimensão de esperança e dimensão lúdica. O conhecimento da história se dá não apenas pela fase dura e dramática, mas também pela enorme criatividade que existia no período.”

Fonte: Agência Brasil

Enviado por Rosalina Barros.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Jornal do Brasil deixa de ser comercializado em papel.

(Da Agência Estado) Circula hoje pela última vez a edição impressa do Jornal do Brasil, fundado há 119 anos, no Rio de Janeiro. De agora em diante, o JB terá apenas a versão na internet, um recurso para superar os problemas financeiros da empresa. O passivo acumulado chega a R$ 800 milhões, em dívidas trabalhistas e fiscais.

A crise financeira se agravou na década de 90 até que, em 2001, a família Nascimento Brito arrendou a marca JB para a Docasnet, empresa de Nelson Tanure. No ano passado, outra marca de jornal arrendada pelo empresário, a Gazeta Mercantil, também deixou de circular.

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Enviado por Marcos Vasconcelos.