Mostrando postagens com marcador E-Readers. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador E-Readers. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Com tablets, empréstimo de livros virtuais é desafio para bibliotecas


Com a popularização dos e-readers (leitores eletrônicos) entre alunos, o empréstimo de livros nas escolas brasileiras passa por um processo de adaptação. Colégios públicos e particulares investem e incentivam o uso de tablets e similares, e os estudantes começam a se familiarizar com a leitura de textos virtuais em dispositivos portáteis. Mas como as bibliotecas estão lidando com essa nova plataforma de leitura?

Na 15ª Bienal do Livro, no Rio de Janeiro, ocorrida no início de setembro, dois dias foram dedicados à discussão do papel da biblioteca no empréstimo de e-books, da democratização no acesso à leitura e dos desafios impostos com o surgimento de novas tecnologias, um cenário inimaginável há menos de duas décadas, quando existiam poucos aparelhos e eles ainda eram grandes e caros.

Conforme explica o presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Galeno Amorim, há duas linhas principais em estudo que se apresentam como possibilidades para implantação de uma biblioteca para empréstimo de e-books no Brasil. "Uma delas, que vigora na Europa e nos Estados Unidos, indica o empréstimo de livros que são baixados e, depois de alguns dias, desaparecem do suporte utilizado, fazendo com que termine o prazo de uso. A outra se daria por meio do ciberespaço, da chamada 'nuvem'. Dentro desse conceito, os livros ficariam em uma rede disponível a todos e o leitor não chega a baixar os arquivos. Neste caso, haveria a necessidade de pagar uma mensalidade para que o usuário acessasse as obras".

Leia mais:

(do portal Terra)

Enviado por Marcos Vasconcelos.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

E-books e a democratização do acesso: O que de melhor aconteceu no Colóquio Internacional


Aconteceu nos dias 5 e 6 de setembro, na XV Bienal do Livro Rio, o Colóquio internacional “E-books e a democratização do acesso: modelos e experiências de bibliotecas”. O evento contou com a participação de representantes de importantes instituições nacionais e internacionais, que contaram um pouco sobre suas experiências com esse novo artefato que vem, cada vez mais, dividindo opiniões, se configurando, para alguns, como um facilitador do acesso, e facilitador do incentivo ao hábito da leitura, e sobretudo, uma evolução do suporte livro, e para outros, uma ameaça ao “bom e velho” livro impresso.

Em seu primeiro dia, a abertura do evento contou com a presença de importantes nomes, como Galeno Amorim, Presidente da Fundação Biblioteca Nacional, que deu as boas vindas ao público, falando sobre o papel do e-book no cenário nacional; Antonio Martinez Luciano, diretor do Instituto Cervantes do Rio de Janeiro, que salientou a importância do Intercâmbio de ideias, que julga importante para a aplicação das novas tecnologias no mundo das bibliotecas; e Michael Worbs, Cônsul Geral da Espanha no RJ, que afirmou a possibilidade de coexistência entre o formato impresso e digital dos livros, desejando o debate da questão do acesso em determinados segmentos.

Ainda no primeiro dia, três palestras foram proferidas. Infelizmente, duas das cinco palestras que estavam na programadas não aconteceram, em função de problemas pessoais ocorridos com os palestrantes, segundo a organização do Colóquio.

A primeira apresentação, “E-books: um belo e novo mundo? Fatos e tendências no mundo de livros digitais”, foi apresentada por Christoph Freier, diretor da Divisão de Entretenimento da GFK Panel Services Deutschland. Nela, Christoph apresentou, em uma temática mais mercadológica, estudos sobre o mercado de e-book, mostrando estatísticas interessantes, como o fato de os e-books terem um volume de vendas de 16,6 milhões de euros. Segundo Christoph, atualmente cerca de 1% das vendas são feitas para e-books, mas que as editoras alemãs projetam, para 2015, um crescimento de 15% neste mercado. Freier conclui afirmando que os e-books são vistos como complementação, e não como canibalização do mercado impresso.

Leia mais:

Enviado por Marcos Vasconcelos via Adriano Silva.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Editoras brasileiras criam a Distribuidora de Livros Digitais

Os diversos setores mercadológicos brasileiros têm, cada vez mais, tentado acompanhar as novidades permitidas com o ambiente web e as tecnologias. Essa busca vem com a possibilidade de facilitar a vida das pessoas e fazer com que elas possam se tornar mais participantes nas novidades e ter mais acesso aos diversos tipos de produtos e informações disponibilizados.

Com isso, as pessoas estão cada vez mais envolvidas com essas novidades e as mudanças nas atividades do dia a dia são cada vez mais comuns. Essas mutações estão presentes também no mercado editorial. Com a chegada de aparelhos de leitura no mercado, como o Kindle e o iPad, e a popularização de lojas virtuais de livros (e-books), as editoras brasileiras estão investindo e se preparando para o mundo digital.

O ingresso no ambiente web já é uma realidade próxima para cinco editoras brasileiras. A Editora Objetiva, o Grupo Editorial Record, a Editora Sextante, a Intrínseca e a Rocco anunciaram a fundação da Distribuidora de Livros Digitais (DLD), que será uma central de hospedagem e distribuição de e-books, com foco nos títulos nacionais.


(do site In.Teração)

Enviado por Marcos Vasconcelos.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Coreia do Sul quer trocar livros por tablets


Os estudantes de toda Coreia do Sul trocarão, até 2015, os livros de papel pelos digitais, segundo o Ministério da Educação, Ciência e Tecnologia do país.

O ministério disse que vai investir $ 2 bilhões para conversão dos livros, inserção de Wi-Fi nas escolas e fornecimento de tablets para alunos de de baixa renda.

"Nós não esperamos que a mudança para livros digitais será difícil, pois os estudantes de hoje são muito acostumados com o ambiente digital", disse uma autoridade do ministério. Espera-se que o novo plano ajude os alunos pois, caso percam alguma aula, podem fazer aulas substitutas online.

Provavelmente, o governo vai escolher os aparelhos fabricados pela sul-coreana Samsung gigante ao iPad da Apple.

A Coréia do Sul é a primeira a declarar um plano de livros digitais implementado na educação nacional e este pode ser o primeiro passo para que outros países sigam o exemplo.

(do site AdNews)

Enviado por Marcos Vasconcelos.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Emprestar ebooks: complicar o que era simples

O empréstimo de livros em bibliotecas públicas costumava ser uma atividade simples: Comprar, catalogar, divulgar, emprestar e manter os livros em bom estado de conservação. Mas isso tudo está a mudar com a crescente popularidade dos livros eletrônicos.

As bibliotecas tentam prestar o mesmo serviço para ebooks tal como faziam para as cópias impressas mas deparam, frustradas, com uma série de regras dos editores que ditam que livros estarão disponíveis em formato electrónico, quanto tempo as bibliotecas podem deter os direitos digitais dos títulos e as restrições de empréstimo aplicáveis​​.

Isto é confuso para os leitores que assumem terem as bibliotecas o mesmo controle sobre ebooks como sobre as cópias impressas, e é também frustrante para os bibliotecários.


Enviado por Teresa Silva.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Bibliotecas vão disponibilizar eBooks para o Kindle

A Amazon vai lançar uma iniciativa que permitirá aos utilizadores do Kindle requisitarem livros electrónicos junto de algumas bibliotecas. A iniciativa abrange cerca de 11 mil bibliotecas e vai ser lançada nos EUA ainda este ano, apesar de a Amazon não ter divulgado uma data concreta.

O anúncio foi bem recebido junto dos utilizadores do Kindle no mercado norte-americano, dado que esta funcionalidade já se encontrava disponível em leitores rivais há mais tempo, nomeadamente o Nook, da livraria Barnes and Noble.

No âmbito da iniciativa, os utilizadores podem requisitar eBooks para o Kindle através de uma das bibliotecas aderentes, e caso desejem comprar o livro digital através da Amazon, todas as anotações ficam guardadas.

(do portal Sol)

Leia mais:

Enviado por Marcos Vasconcelos.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Supremo decide se livro eletrônico é igual a livro de papel

A evolução da tecnologia levará o Supremo Tribunal Federal (STF) a rediscutir o conceito de papel, usado para a publicação de livros, jornais e periódicos. Por consequência, poderá estender a imunidade tributária prevista na Constituição para os livros aos aparelhos de leitura, como o
Kindle, e às publicações em CD.

Em um processo que trata do tema, os ministros do tribunal reconheceram que o assunto tem repercussão geral. É um indicativo da importância do tema e um sinal de que o tribunal pode alterar seu entendimento sobre o assunto. No processo específico, o STF julgará se são imunes as peças eletrônicas vendidas junto com material didático destinado ao curso prático de montagem de computadores.

Mas, no seu voto, o relator do processo, ministro Marco Aurélio Mello, adiantou que será necessário definir a abrangência exata do trecho da Constituição que garante a imunidade tributária de livros, jornais e revistas. "Na era da informática, salta aos olhos a repercussão geral do tema controvertido", afirmou. "Passo a passo, o Supremo há de estabelecer, com a segurança jurídica desejável, o alcance do texto constitucional", acrescentou.


(do Estado de São Paulo)

Enviado por Eliane Prata.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Porque o iPad jamais substituirá os jornais

Uma propaganda engraçada sobre a extinção da mídia impressa. Quer dizer, não para a mídia impressa.



Enviado por Marcos Vasconcelos.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Tablets começam a substituir livros em escolas e universidades

A extensa lista de material escolar no início do ano letivo está sendo substituída por um único item. No lugar da mochila abarrotada de livros, cadernos e lápis, um computador portátil de menos de 1 kg reúne todas as necessidades do aluno e começa a fazer parte do ambiente escolar. É uma das mudanças proporcionadas pela revolução dos tablets, formato que promete substituir a maioria dos notebooks e desktops nos próximos anos.

“A minha ideia é usar o iPad para fazer anotações e substituir o caderno. Acho a minha letra muito feia, nem eu entendo, às vezes”, conta Samuel Silva, de 15 anos, que está no 2º ano do Ensino Médio do Colégio Batista Mineiro, em Belo Horizonte (MG). "Para as aulas de Física e Matemática, vou comprar um caderno tradicional, já que fica muito ruim fazer gráficos usando o dedo", disse Samuel, que comprou o iPad no dia do lançamento do tablet da Apple no Brasil, em dezembro.

“Em 2010, eu já usava o iPhone para a minha organização escolar. Não uso agenda há dois anos. Pretendo substituir os livros de literatura pelo iPad também”, conta o estudante, que está lendo “1984”, de George Orwell, no tablet. Samuel já conseguiu autorização da coordenadora da escola para usar o equipamento em aula. "Descobri outros dois alunos do colégio que também estão usando iPad".

Leia mais:

(do G1)

Enviado por Marcos Vasconcelos.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Bibliotecas espanholas começam a emprestar livros digitais

MADRI - Para tomar mil livros emprestados de uma biblioteca, o leitor precisa de, no mínimo, uma van. E, claro, muita lábia para convencer o bibliotecário. Mas, em 15 bibliotecas públicas do país, já não há mais tantas complicações. Basta uma tabuleta digital e um cartão de memória. É o começo do projeto aprovado em dezembro pelo Ministério da Cultura para que as bibliotecas públicas comecem a disponibilizar livros digitais.

O serviço funciona de forma parecida nas 15 bibliotecas onde já há o sistema. Depois de se registrar, o usuário recebe um e-reader repleto de livros eletrônicos e pode ficar com ele entre 15 e 45 dias. O ministério investiu 130 mil euros nas 15 bibliotecas para, entre outras coisas, a compra de 750 e-readers. Rogelio Blanco, diretor-geral da divisão de livros e arquivos do ministério, explicou que a pasta pretende expandir o serviço para todas as 54 bibliotecas públicas em um ano.


(do jornal O Globo)

Enviado por Marcos Vasconcelos.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Dilma quer popularizar tablets

A presidenta Dilma Rousseff quer massificar o acesso à internet, diz o novo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. A oferta de serviços de banda larga a preços populares, o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), é o que ela chama de "xodó 2.0". O primeiro xodó é o programa Luz para Todos, conta o ministro.
– Ela acha que isso poderá, num prazo razoavelmente curto, significar um aumento muito grande da produtividade do trabalho, melhor aproveitamento da estudantada na escola, melhor desempenho dos professores. As empresas serão altamente beneficiadas.

Bernardo, que toma posse hoje no cargo, foi incumbido de mapear, na indústria nacional, quem é capaz de fornecer equipamentos para o setor de informática e comunicações. Dilma quer que a nova classe média possa comprar tablets (pranchetas eletrônicas que tem no iPad, da Apple, o principal símbolo) à prestação. Medidas de incentivo na forma de crédito e tributação favorecidos poderão ser adotadas.

– A Dilma falou assim: "chama os produtores nacionais de computador e faz uma negociação com eles para fornecer tablets com preço mais popular". Preço popular seria R$ 400, R$ 500, algo que a prestação caiba no bolso.

O Plano Nacional de Banda Larga, que pretende aumentar o uso da internet rápida no país, deve ser implantado em abril deste ano, primeiramente em cem cidades. Inicialmente o programa iria começar a funcionar em dezembro do ano passado, mas foi prorrogado porque o governo não conseguiu terminar as licitações a tempo.

Os Estados que têm mais cidades nessa primeira fase do programa são Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, com oito municípios cada. Depois aparecem Espírito Santo, Paraíba, Rio Grande do Norte e São Paulo, com sete. Alagoas, Ceará, Goiás, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Sergipe e Tocantins terão seis cidades nessa primeira fase.

Um dos itens do plano são pacotes de incentivo para redução dos preços cobrados para banda larga, em negociação com as empresas de telecomunicação. O projeto prevê pacotes que custem de R$ 15 (512 kbps de conexão e pacote de dados de 250 megabytes) a R$ 35 (512 kbps de conexão e pacote de dados ilimitado).


Enviado por Marcos Vasconcelos.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Galaxt Tab ou iPad? qual a melhor tablet?

O conceito de tablet existe já há algum tempo, mas uma vez mais a Apple consegue reintroduzir o segmento e torná-lo apelativo mesmo a pessoas que nunca viram os tablet como uma solução real de mobilidade. Sou uma dessas pessoas, adepto incondicional de uma ferramenta que não muda desde a sua invenção – o teclado – os tablet no meu ponto de vista não acrescentam valor ou funcionalidade à dupla smartphone+sub-laptop (nota: o novo macbook air de 11″ é-me muito mais apelativo do que qualquer tablet).

Experimentei hoje um iPad. Fiquei impressionado com o display – nem o consigo imaginar com o retina display – e com a fluidez das aplicações e usabilidade. O seu proprietário instalou inclusive o iWorks para iPad, ou seja, grande parte das funcionalidades de um bom processador de texto, folha de cálculo e software de apresentações estão lá disponíveis.

O teclado virtual também é bom, tenho de o admitir, mas bastou começar a escrever este post no dito para rapidamente dar-me conta de como é bom sentir um teclado verdadeiro e ouvir o bater das teclas, além da precisão que se consegue teclar. Voltei ao meu EEE enquanto ouvia falar maravilhas sobre o iPad.

Sem dúvida que o tablet da Apple foi uma aposta ganha e mais um segmento a controlar. Os outros fabricantes não podem fazer mais nada do que inovar, criar e… tentar acompanhar. O Galaxy Tab é um desses concorrentes.

Leia mais:

Enviado por Marcos Vasconcelos.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Cientistas projetam e-paper feito de papel.

Se você já ouviu falar dos e-readers – leitores eletrônicos de livros e jornais como o Kindle da Amazon – você sabe que a maioria deles utiliza um monitores de e-paper, ou papel-eletrônico, para exibir o texto, fotos e vídeos, mas o que é e-paper? O e-paper é um material que usa a técnica de electrowetting (sem tradução em português) que consiste em aplicar um campo elétrico em gotículas coloridas em um vidro, de modo a simular a sensação visual de letras (e fotos, etc.) impressas em papel.

O problema com o e-paper, como toda tecnologia atual, é que ele não é lá tão fácil de reciclar, além de ser apresentado em um meio sólido que – ainda – não pode ser dobrado e guardado com facilidade. Isso pelo menos até hoje.

Andrew Steckl, professor de engenharia elétrica da Universidade de Cincinnati demonstrou que a técnica do electrowetting pode funcionar também em papel de verdade – desde que esse papel siga algumas técnicas de fabricação específicas.

Leia mais:

(do portal de notícias do MSN)

Enviado por Marcos Vasconcelos.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Fabricante chinês lança livro digital em cores


Até agora, as pessoas que têm comprado aparelhos para ler livros digitais (e-readers) são obrigadas a escolher entre ter uma tela colorida luminosa e com muito reflexo ou uma tela cinza boa para ler mesmo em ambientes externos.

Agora a empresa que produz as telas em branco e preto do Kindle da Amazon, a EInk Corp, disse que vai começar a vender displays de papel eletrônico ou tinta eletrônica (como é chamada a tecnologia da tela do Kindle) que também exibem cores.

A nova tecnologia, chamada de E-Ink Triton, exibe 16 tonalidades de cinza e milhares de cores. Como nos outros aparelhos com a tecnologia atual, as pessoas também poderão ler livros com essa nova tecnologia colorida sem forçar a vista.


(do jornal O Estado de São Paulo)

Enviado por Marcos Vasconcelos.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Barnes & Noble apresenta a segunda geração do e-reader Nook

A Barnes & Noble apresentou hoje a segunda geração do eBook Reader Nook, que, confirmando os rumores recentes, vem com uma tela colorida.

O Nook Color tem tela 7” touchscreen LCD colorida (1,024 x 600 e 16 milhões de cores) revestida por uma camada laminada, que diminui o reflexo de luz. O leitor roda um sistema operacional baseado no Android (sem suporte a Android Market), tem 8GB de memória interna (6.000 livros), entrada para cartão microSD de até 32GB, suporte para áudio MP3/AAC e para vídeo MP4, vem com alguns joguinhos, suporte para Pandora Internet Radio e Nook Kids para a criançada.


Enviado por Marcos Vasconcelos.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Escritora Lya Luft escreve sobre livros eletrônicos

A revista Veja de 15/09/2010 publicou, na coluna da escritora Lya Luft, um texto falando sobre o livro eletrônico e levantando questões sobre o fim dos livros impressos, o fim das editoras e as novas tecnologias. O texto pode ser lido no link a seguir: http://marasenna.blogspot.com/2010/09/livro-eletronico-por-lya-luft.html

Enviado por Rinaldo Magallon