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quinta-feira, 9 de abril de 2015

Obra do educador Paulo Freire está disponível para download

Chega de doutrinação marxista.
Basta de Paulo Freire.


Os dizeres estavam em raros cartazes ou faixas vistos nos protestos contra o governo do PT e da presidente Dilma Rousseff.

Entretanto, foram o gatilho para um levante de admiradores do filósofo Paulo Freire, um dos educadores mais respeitados do Brasil e do mundo.

Autor de Pedagogia da Autonomia e uma série de livros que visam ao empoderamento do estudante, dentro de suas singularidades, o intelectual teve sua extensa obra traduzida para diversos idiomas. Inspirou várias linhas de pesquisa mundo afora.

O acervo dele está disponível na internet (clique aqui para acessar).

Leia mais.

(do jornal Brasil Post)

Enviado por Marcos Vasconcelos.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Projeto do Senado estimula doação de livros

Quem é apaixonado pela leitura, em geral, corre risco de sofrer de alguns vícios: compulsão e egoísmo, por exemplo. Você passa numa livraria ou num sebo e encontra um livro que ama (ou pretende amar) numa edição linda e baratinha, não aguenta e pronto: mais um livro que vai para a estante. Mas a verdade é que, depois de lido, fica lá, ocupando espaço e acumulando poeira.

- Os autores acabam ficando presos nas estantes. É preciso que as pessoas se desapeguem dessa posse, e os libertem - afirmou Andréa Bacaj, coordenadora do Núcleo de Ações Sócio-Ambientais do Senado Federal, na tarde desta segunda feira (02), durante evento que marcou a entrega do terceiro ponto do projeto Estante do Desapego, localizado na Praça de Alimentação do Espaço do Servidor.

O objetivo do projeto é transformar o desperdício em benefício social. Segundo Andréa Bacaj, a ideia é que cada pessoa que se interesse por um livro possa levá-lo e, se desejar, devolvê-lo para que outras também possam usufruir dele. Objetos e materiais de escritório e de papelaria também podem ser doados e compartilhados/retirados por todos.

- Podemos compartilhar com colegas de trabalho, com pessoas de menor poder aquisitivo. Isso sem falar nas doações para as instituições sociais como creches e escolas rurais – explicou.

A estante funciona como um repositório completamente aberto a doações e trocas de livros e material de papelaria. A primeira etapa do projeto foi inaugurada com a instalação da primeira estante no pátio interno do Prodasen, no dia 9 de junho. Hoje, duas novas unidades da Estante do Desapego estarão disponíveis aos servidores e estão localizadas na entrada da garagem coberta do Anexo II e no Espaço do Servidor (Praça de Alimentação).

(da Agência Senado)

Enviado por Helio Shiino.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Maioria das escolas descumpre a lei e não tem bibliotecas

Maioria das escolas descumpre a lei e não tem bibliotecas 

A divulgação, este mês, dos resultados de um exame que compara o aprendizado de alunos em diversos países voltou a chamar a atenção para os desafios do Brasil na educação. No ranking de 65 nações e economias analisadas pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes 2012 (Pisa, na sigla em inglês), O Brasil aparece em 55º em leitura, 58º em matemática e 59º em ciências.

A Lei 12.244, de 2010, determina que todo estabelecimento de ensino do país, público ou privado, deve ter uma biblioteca. O Brasil até vem avançando timidamente a cada exame, que acontece a cada três anos, e conseguiu melhora significativa em matemática nesta edição. Em leitura, porém, não houve avanço. Ao contrário: o país caiu dois pontos (de 412 para 410) em relação ao Pisa anterior, de 2009.

A dificuldade dos alunos brasileiros em entender o que leem é diagnosticada também no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e na Prova ABC (Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização), que analisa a qualidade da alfabetização das crianças que concluíram o 3º ano do ensino fundamental. Em 2011, a prova revelou que metade dos alunos da rede pública não alcançou os níveis de leitura esperados.

Leia mais:

(da Agência Senado)

Enviado por Marcos Vasconcelos.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Quinze milhões de alunos estudam em escolas sem biblioteca no país

BRASÍLIA — Na volta às aulas, milhões de alunos de todo o país vão estudar este ano em escolas onde não há laboratório de ciências, biblioteca, laboratório de informática ou quadra de esportes. O Censo Escolar do Ministério da Educação (MEC) mostra que, no ano passado, 27 milhões de estudantes de ensino fundamental e médio (70% do total) frequentavam estabelecimentos sem laboratório de ciências. A inexistência de bibliotecas era realidade para 15 milhões (39%), enquanto 9,5 milhões (24%) estavam matriculados em escolas sem laboratório de informática, e 14 milhões (35%), em unidades sem quadra esportiva.

Os dados foram divulgados pelo MEC em dezembro e consideram tanto a rede pública quanto a privada. No ensino médio, menos da metade das escolas tinha laboratório de ciências. Nas séries finais do ensino fundamental, a situação era mais grave: só 23% delas estavam equipadas. Nas séries iniciais do fundamental, apenas 7% dos estabelecimentos tinham laboratório de ciências.


(do jornal Extra)

Enviado por Marcos Vasconcelos.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

MEC distribuirá 8 mil livros sobre a África a bibliotecas públicas

RIO - Durante o lançamento de uma coleção sobre história geral da África, o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que 8 mil exemplares serão distribuídos para todas as bibliotecas públicas do país até fevereiro de 2011."Não basta a vontade de querer cumprir a lei [que inclui o estudo da cultura e da história da África como conteúdo obrigatório em todas as escolas brasileiras], é preciso esforço", disse. "Essa coleção vai enriquecer a nossa própria cultura e vai inaugurar uma linha de pesquisa no Brasil sobre a história da África", completou.

Para o secretário de Educação Continuada do MEC, André Lázaro, o lançamento dos livros tem um significado histórico, uma vez que representa uma transformação cultural no país e uma tentativa de superar o racismo. "A primeira etapa é reconhecer que temos um problema", afirmou.

O coordenador do projeto, Válter Silvério, concorda que a obra vai ajudar a despertar a curiosidade de jovens pesquisadores no país. "Eles terão, pelo menos, um material de referência nesse tema. Acredito que a coleção possa nos fornecer um conhecimento do que somos enquanto povo e enquanto nação", concluiu.

Ele lembrou que o racismo não é algo sobre o qual as pessoas têm necessariamente consciência. Segundo Silvério, o lançamento dos livros é importante para que o país possa ampliar a construção de uma sociedade menos racista e mais democrática.

(do jornal O Globo)

Enviado por Marcos Vasconcelos

terça-feira, 30 de março de 2010

Com a palavra, os bibliotecários!

O Conselho Federal de Biblioteconomia acaba de assinar um termo com o MEC para ajudar o governo na autorização e reconhecimento dos cursos de graduação na área. A entidade não dará a palavra final, mas seu parecer vai ter peso na avaliação dos pedidos, inclusive para renovação dos cursos. É uma bela oportunidade para os bibliotecários darem uma nova turbinada na guinada que vem sendo dada, nesta década, no sentido de ajudar a formar, cada vez mais, profissionais que se voltem para a mediação e a promoção da leitura.

Fonte: "Brasil Que Lê" agencia@brasilquele.com.br

Selma Crespo - Bibliotecária
Coordenadora do Sistema de Bibliotecas
Centro Universitário Carioca - UniCarioca
Av. Paulo de Frontin, 568 - Térreo Rio Comprido
Rio de Janeiro - RJ

Tel.: (21) 2563-1947


Enviado por Rosangela Salles