
sexta-feira, 29 de maio de 2009
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Sistema de cotas na UERJ
Uerj vai recorrer; alunos apoiam a direção
Fui hoje à Uerj e lá o clima era de união para manter as cotas. Falei para uma plateia de cotistas e não cotistas e o clima geral era de susto pela decião da Justiça. A Uerj tentará reverter a liminar que suspendeu as cotas raciais. O DCE disse que concorda com a direção e a luta a favor das cotas.
A Uerj foi a primeira escola a adotar o sistema. Hoje, segundo professores com quem conversei, eles estão orgulhosos do desempenho dos cotistas e vão fazer uma ampla pesquisa para saber o resultado da política no mercado de trabalho. Eu fui lá para abrir a V Amostra de Estágios.
O que eu vi hoje lá foi uma platéia cheia da bela diversidade do Brasil: pretos, brancos, pardos, meninos, meninas, moradores de áreas diferentes do Rio, juntos, integrados, debatendo sobre riscos e oportunidades do mercado de trabalho. Uma prova viva de que conviver juntos no mesmo espaço, em pé de igualdade é o melhor remédio contra as desigualdades raciais brasileira.
A liminar, explicou o reitor, Ricardo Vieiralves de Castro, suspendeu a aplicação de uma lei que tem oito anos e às vésperas do vestibular. Se não for cassada prejudicará os estudantes que se inscreveram pelo sistema de cotas. E uma medida liminar, como se sabe não pode provocar prejuizos irreversiveis.
Sei que este assunto é polêmico, mas tenho há anos a mesma posição favorável às cotas. Já escrevi muito sobre o assunto, não vou repetir os argumentos. Já ouvi e li muitos argumentos contrários. Não me convenceram. As cotas sozinhas não vão resolver as desigualdades racias, mas são uma das armas para nos ajudar a superar o problema. Não, não acho que elas vão "implantar" o racismo no Brasil, não se implanta o que já existe. E estou convencida - fiquei hoje ainda mais - que a convivência de pessoas diversas, de áreas diferentes da cidade e da sociedade, com histórias diversas cria uma chance de menos distância social no Brasil. Na universidade que estudei só havia brancos. A que vi hoje era mais bonita, tinha mais a cara do Brasil.
As empresas modernas sabem que os times mistos são mais eficientes, que a diversidade no quadro de funcionários aumenta a capacidade de resposta da empresa aos desafios. A Uerj está fazendo a parte dela, que o mercado de trabalha entenda os novos tempos e suas chances.
( Fonte: "Cotas raciais, por Mirian Leitão" - http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2009/05/26/uerj-vai-recorrer-alunos-apoiam-direcao-189871.asp)
Enviado por Hilda Lima.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Blogs Científicos
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Enviado por Alberto Calil Junior.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Tabela de Temporalidade
TABELA DE TEMPORALIDADE é o instrumento onde se determina o prazo de permanência de um documento em um arquivo e sua destinação após este prazo.
Existem documentos que devem ser guardados por mais tempo, que são os relacionados às áreas contábil, fiscal, financeira e pessoal. A eliminação de documentos de arquivos, devem obedecer as normas do CONARQ, em destaque os documentos produzidos por todos os órgãos integrantes do poder público.
Tabela de Temporalidade Documental - TTD É necessário que cada organização faça a constituição legal de sua Comissão Permanente de Avaliação de Documentos. Dependendo do porte da mesma, poderá haver mais de uma Comissão.
Tabela de Temporalidade Documental Simplificada
Aviso e recibo de férias - 10 anos - Dec.3.048/99, Art.225
Certidão Negativa de Débito - 90 dias - Decreto 4.729/03, Art.257
Contas de água, luz e telefone - 05 anos* - Lei 5.172/66, Art.173
Contrato de estágio - 05 anos - Const.Federal, Art.7
Espelho ou cartão ponto - 05 anos - Const.Federal, Art.7
Extrato bancário - 05 anos* - Lei 5.172/66, Art.173
Declaração de informações econômicas e fiscais da pessoa jurídica - DIPJ (Imposto de Renda) - 10 anos - Lei 8.212/91, Art.46
Nota fiscal - 05 anos* - Lei 5.172/66, Art.173
Prestação de contas de viagem - 05 anos* - Lei 5.172/66, Art.173
Controle de entrega de vale transporte e alimentação - 05 anos - Const.Federal, Art.7
* O prazo inicia no exercício seguinte ao do fato gerador. Por exemplo, se uma conta de luz venceu no mês de março/2006, comece a contar o prazo de guarda a partir de janeiro/2007.
Atenção
Ao implantar a Tabela de Temporalidade Documental, deve-se utilizar como referência os prazos de guarda estabelecidos pelas legislações, mas sempre considerando as particularidades de sua empresa.
Por Denise Ismerio
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ: a experiência da Biblioteca CB/B
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ: a experiência da Biblioteca CB/B na divulgação e na padronização da produção acadêmica dos Programas de pós-graduação em Odontologia e Enfermagem
Por: Kalina Rita Oliveira da Silva*
Colaboração: Neusa Cardim**
A Biblioteca CB/B, da Rede Sirius de Bibliotecas da UERJ, atende às áreas de Odontologia e Enfermagem, que, por sua vez, oferecem cursos de graduação e pós-graduação (especialização, mestrado e doutorado), dando suporte às atividades acadêmicas. Desde o início de 2007, a Biblioteca oferece a esta clientela, gratuitamente e com hora marcada, o serviço de orientação normativa de teses e dissertações, de acordo com o padrão estabelecido pelo Roteiro para Apresentação de Teses e Dissertações da UERJ, disponível em http://www.bdtd.uerj.br/roteiro_uerj_web.pdf.
O Professor Ricardo Fischer, coordenador da Pós-Graduação em Odontologia, apoiou a iniciativa da Biblioteca aceitando ser um dos revisores do Roteiro e dando seu aval para que o mesmo fosse aplicado.
A partir de agosto do mesmo ano, houve uma intensificação deste serviço com a apresentação de palestras para os orientadores dos cursos de mestrado em Enfermagem e de mestrado e doutorado em Odontologia, com o objetivo de divulgar a BDTD e conscientizar sobre as necessidades de padronização das teses e dissertações.
Em 2008, outra palestra, em duas etapas, foi ministrada, dessa vez para os discentes, com objetivos pontuais como apresentar os problemas identificados nas teses/dissertações que já haviam sido entregues na Biblioteca CB/B e, a partir daí, oferecer parâmetros para que as falhas não fossem repetidas nos trabalhos futuros. Os slides da palestra foram distribuídos, contendo também muitas dicas de formatação que não constavam do Roteiro.
Essa palestra vem sendo aprimorada e adaptada para os alunos de graduação, residência e especialização.
A receptividade a este serviço tem sido estimuladora, com uma demanda crescente e com resultados positivos tanto em relação às teses e dissertações com padrões de qualidade quanto em relação à valorização do profissional bibliotecário.
Isso significa a intensificação do papel educador do Bibliotecário e o reconhecimento do seu valor entre a comunidade acadêmica.
O endereço eletrônico da BDTD/UERJ é www.bdtd.uerj.br.
* Bibliotecária responsável pela BDTD em Odontologia e Enfermagem na Biblioteca CB/B
** Bibliotecária responsável pela BDTD na UERJ
Palestra para alunos de Residência de Enfermagem
Compareceram uma professora e 52 alunos, no Auditório Ney Palmeiro do HUPE.
Ressaltei que o arquivo foi baseado nas dissertações de Enfermagem entregues à biblioteca CBB nos anos de 2008 e 2009 e tem como objetivo minimizar as dificuldades encontradas em relação à formatação da apresentação das monografias em arquivo único e orientar quanto à necessidade da consulta ao Roteiro da BDTD, esclarecendo as principais dúvidas de padronização.
Outros arquivos/máscara também foram preparados para a Graduação, Especialização e Mestrado em Enfermagem e Mestrado e Doutorado em Odontologia. Esses arquivos estão em fase de teste, pois poderão ser aprimorados, e aguardam parecer dos professores de Metodologia de cada área.
Kalina Silva
Biblioteca CB/B
Participação no Curso "Biblioteca Digital"
Nos dias 11 a 14 de maio de 2009, participei do Curso “Biblioteca Digital”, promovido pela DATACOOP e ministrado pelos professores Carlos Henrique Marcondes (UFF) e Luís Fernando Sayão (CNEN), ambos doutores em Ciência da Informação, nas dependências da UniverCidade, unidade Metrô Carioca. Em 20 horas de curso, o tema “Bibliotecas Digitais” foi explanado em seus conceitos e definições, tipos de softwares e modelos de serviços utilizados, exemplos de Bibliotecas Digitais brasileiras, tecnologia de informação, preservação digital dos documentos, importância do endereçamento eletrônico permanente, Dublin Core, metados e XML, codificação em XML e HTML, padrões METS, MODS, MARC-XML, interoperabilidade, plano de implementação, desenvolvimento de coleções, direitos autorais, infra-estrutura tecnológica necessária, diretrizes para um sistema de gestão e ferramentas livres disponíveis, com especial destaque para o GREENSTONE. Os alunos eram formados por profissionais de Biblioteconomia e Informática da ANP, UniverCidade, STJ, IPEA, Hospital Naval Marcílio Dias, Rede Sirius/UERJ, STF, UFPA, Eletrobrás, DATACOOP, PETROBRAS e INMETRO. Em um momento do curso, tive a oportunidade de divulgar a Biblioteca Digital da UERJ e falar um pouco sobre o TEDE/IBICT. Meus agradecimentos especiais à Bibliotecária Silvia Gago e à Rede Sirius por terem possibilitado a minha matrícula e à equipe da Biblioteca CBB por ter compreendido a minha ausência por quatro dias.
Enviado por Kalina Silva (CB/B)
Comemoração dos 45 anos do Curso de Psicologia da UERJ
Inscrições no site do Instituto de Psicologia
http://www.psicologia.uerj.br/
Postado por: Alberto Calil Junior
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Encontro de Bibliotecas Biomédicas - 5º ENBIB
Sub-temas: Interação informação-usuário Organização, tratamento e recuperação da informação em saúde Serviços online interativos Desenvolvimento do profissional de informação Bibliotecas digitais/virtuais.
As inscrições para o 5º ENBIB podem ser feitas por preços especiais até 30 de maio e assim os madrugadores poderão economizar com a oportunidade oferecida pela APCIS/RJ. Mais informações sobre o evento em: http://apcisrj.org/5enbib/index.htm
Fonte: Portal de referência NCD/UFF
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Biblioteca de José Mindlin
A paixão de um brasileiro por seus livros em breve vai ser compartilhada com todos nós. A Universidade de São Paulo se prepara para receber parte da biblioteca Brasiliana, doada pelo empresário e colecionador José Mindlin.
SAIBA mais sobre a Brasiliana
Poderá ser acessado de qualquer parte do mundo, pela internet, e também fisicamente, em um prédio que está sendo construído para receber a Brasiliana. Um tesouro, de um homem sonhador, que vai se tornar público pelo esforço de gente que acredita que um grande país só se faz com cultura e educação. É em um vazio moldado a ferro, onde ainda o concreto escorre, que caberá o conhecimento. A biblioteca por enquanto é toda imaginação. “São três andares de livros. Todas as paredes com toda coleção exposta. A ideia é que a gente tivesse sempre o visitante em contato com o acervo”, explica o arquiteto Rodrigo Mindlin Loeb. Este será o corpo da Brasiliana, biblioteca formada por 17 mil títulos, todos sobre o Brasil ou feitos no Brasil, doados à USP pelo avô de Rodrigo, o empresário e bibliófilo, José Mindlin. “A arquitetura é coadjuvante nesse processo porque os livros são a alma. Estamos cuidando de dar um corpo para receber dignamente a coleção e ter acesso para meus filhos, netos e de todos nós”, diz o arquiteto Rodrigo Mindlin Loeb. A alma da Brasiliana ainda está bem longe; na casa de José Mindlin, no espaço especialmente construído, ao lado do jardim, para abrigar a biblioteca dele com quase 100 mil volumes. É uma sala de preciosidades e raridades. Os livros são do século 19, de literatura brasileira. Lá, estão quase todas as primeiras edições dos livros de Machado de Assis. Há as primeiras edições dos dois romances mais lidos no século 19: “O guarani”, de José de Alencar e “A moreninha”, de Joaquim Manuel de Macedo. Ao pé da escada fica Santo Inácio, um verdadeiro santo do pau-oco. No espaço de trás escondiam o ouro para escapar ao fisco dos portugueses. É neste espaço da memória e do passado que vive um novo agregado: um robô do século 21, um devorador de livros, que lê 2,4 mil páginas por hora. O livro que o robô tem nas mãos é “Helena”, autografado por Machado de Assis, dedicado a um velho amigo dele, Salvador de Mendonça. A tudo isso nós teremos acesso, via internet. “Enquanto o prédio está sendo construído, já estamos construindo a biblioteca digital”, aponta o coordenador da Brasiliana digital Pedro Puntoni. “Podemos transformar uma imagem recém tirada do robô em uma página que seja portátil para a web”, explica o engenheiro de computação Vitor Tsujiguchi. “O usuário vai ver o livro tal como ele é: a imagem do livro original, mas por trás dessa imagem há uma versão digitalizada, como se fosse transcrito. O usuário pode fazer busca por palavra, frase, iluminar trecho, copiar e colar. A pessoa vai poder imprimir em casa, encadernar e colocar na sua estante”, antecipa o coordenador da Brasiliana digital Pedro Puntoni. O robô reconhece 120 línguas. Até o final do ano o plano é que ele tenha digitalizado 4 mil livros e 30 mil imagens. Quem está encantado com o trabalho do robô é o professor titular de história do Brasil, Istvan Yancsó, coordenador geral do projeto: “O conceito dessa biblioteca é atender a uma multiplicidade de destinações. É um serviço que a USP vai prestar à nação. Tudo que nós estamos fazendo é sempre em cima da ideia de que é uma colaboração para montagem de alguma coisa que não vai ser a Brasiliana da USP, vai ser uma Brasiliana brasileira”. Os primeiros livros que já estão sendo digitalizados são os dos viajantes que percorreram o Brasil nos séculos 16, 17, 18 e 19. Toda a coleção das gravuras de Debret. Depois disso será a vez de todos os livros de história do Brasil e literatura brasileira. Os 17 volumes da primeira edição dos sermões do Padre Vieira, a primeira edição brasileira de “Marília de Dirceu”, de Tomás Antonio Gonzaga - só existem três unidades no mundo. De José de Alencar, a primeira edição do “Guarany”, livro raro. José Mindlin passou boa parte da vida atrás desse exemplar, um dos únicos existentes e de muitas outras raridades. Uma biblioteca como esta é um espaço para eternas descobertas. Cristina Antunes, organizadora da biblioteca Mindlin há 29 anos, sabe disso: “Até hoje descubro livros que eu não vi, que eu não li, que não conheço”. Toda essa coleção começou com um livro de história do Brasil de Frei Vicente de Salvador, e comentários de Capistrano de Abreu. José Mindlin tinha 13 anos, hoje, aos 94, quase 100 mil livros depois, quer dividir com todos o grande prazer que os livros lhe deram. “Era um sonho, no meio de muitos outros, era sim”, diz o bibliófilo José Mindlin. A biblioteca Brasiliana está sendo construída na usp com doações de empresas. O prédio deve ficar pronto em julho de 2010. Os primeiros livros já deverão ser abertos para consulta, via internet em meados de junho.
Por: SELMA
terça-feira, 19 de maio de 2009
Programa de bolsas da Biblioteca Nacional
Por Luciana Avellar
Livro bom e barato
Fonte: Site da Uerj
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Uma lembrança de Umberto Eco
Vai o link:
http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/514699
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Ensino de História da África
A matéria completa no G1:
http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1124557-5604,00.html
por Alberto Calil Junior
Vida longa aos livros: dicas de conservação
- Grandes quantidades de livros são pesadas. Dê atenção a espessura das prateleiras.
- O livro deve ser constantemente manuseado. O virar das páginas oxigena o material, impede a acumulação de microrganismos que atacam o papel e colabora para que as folhas não fiquem ressecadas e quebradiças.
- Folheie rapidamente, mas cuidadosamente, o livro sempre que for colocá-lo de volta na prateleira. Isso vai arejá-lo.
- Não guarde os livros acondicionados em sacos plásticos, pois isto impede a respiração adequada do papel.
- Evite encapar os livros com papel pardo ou similar. Essa aparente proteção contra a poeira causa, na realidade, mais dano do que benefício ao volume em médio e curto prazo. O papel tipo pardo, de natureza ácida, transmite seu teor ácido para os materiais que estiver envolvendo (migração ácida).
- Faça uma vistoria anual. Retire todos os livros, limpe-os com um pano seco. Limpe a estante com um pano úmido. Evite passar produtos fortes do tipo lustra-móveis, já que seus resíduos podem infiltrar no papel.
- Deixe sempre um espaço entre estantes e parede. A parede pode transmitir umidade aos livros. E, com a umidade, surgem os fungos.
- Armários e estantes devem ser arejados. Estantes fechadas devem ser periodicamente abertas.
- Estantes de metal são preferíveis do ponto de vista da conservação dos livros.
- Não use clipes como marcadores de páginas. O processo de oxidação do metal mancha e estraga o papel.
- Não guarde livros inclinados. Aparadores podem mantê-los retos.
- Encadernações de papel e tecido não devem ser guardadas em contato direto com as de couro.
- Na prateleira, os livros devem ficar folgados. Sendo fáceis de serem retirados, duram mais. Comprimidos nas prateleiras, induzem a sua retirada de maneira incorreta, o que danifica as lombadas e fatalmente leva ao dano da encadernação. Livros apertados também favorecem o aparecimento de cupins.
- Quando tirar um livro da prateleira, não o puxe pela parte superior da lombada, pois isso danifica a encadernação. O certo é empurrar os volumes dos dois lados e puxar o volume desejado pelo meio da lombada.
- A melhor posição para um livro é vertical. Livros maiores devem ter prateleiras que permitam isso. Em último caso deixe-os horizontalmente, tomando-se o cuidado de não sobrepor mais de 3 volumes.
- Luz do sol direta nem pensar. O sol desbota e entorta as capas.
- Se for um livro antigo, lave as mãos antes de folheá-lo, já que mãos engorduradas contribuem para a aceleração da decomposição do papel.
- Evite umedecer as pontas dos dedos com saliva para virar as páginas do livro.
- Ao ler um livro, evite abri-lo totalmente, como por exemplo, em cima de uma mesa. Isto pode comprometer a estrutura de sua encadenação.
- Não utilizar fitas adesivas(tipo durex) e fitas crepes, cola branca (PVA) para evitar a perda de um fragmento de um volume em degradação. Esses materiais possuem alta acidez, provocam manchas irreversíveis onde aplicado.
Por: Luciana Avellar
Semana de atividades na Coart
Os cursos oferecidos, com duração de três meses em cada módulo, começam oficialmente no próximo dia 18. Para a comunidade interna a taxa é de R$ 90 (ou duas parcelas de R$ 50).
A oficina de Encadernação, com aulas às quintas-feiras, de 14h-17h, se destaca para os interessados na técnica onde serão vistos os módulos de miolo, capa e técnicas distintas.
Local: Centro Cultural da UERJ/Sala 05.
As aulas serão ministradas pelo Prof. Luiz Augusto que trabalha com encadernação e restauração de livros no Ateliê das Canoas desde 1999.
Maiores informações pelo telefone 2587-7606.
Fonte: http://coart.wordpress.com/oficinas/
Por Vanda Lima
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Twitter para Bibliotecas
Nas últimas semanas vimos o surgimento de uma nova moda nos ambientes virtuais, o Twitter. No caderno Mundo Digital do jornal O Globo, de 11 de maio de 2005 é possível ler uma reportagem sobre essa nova moda dos ambientes virtuais, que segundo a referida reportagem já é utilizado por 14 milhões de pessoas.
Navegando, encontrei a tradução de um texto intitulado "Twitter para bibliotecas (e bibliotecários) que pode servir como fonte de reflexão. O texto foi capturado do blog http://extralibris.org/ e foi traduzido por Moreno Barros. Vai o link :
http://extralibris.org/2009/05/twitter-para-bibliotecas-e-bibliotecarios/
Alberto Calil Junior
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Coleção completa da revista Ciência da Informação é disponibilizada por meio do repositório digital de acesso livre
O objetivo de disponibilizar a coleção completa foi alcançado em 30 de março do corrente ano, por meio do repositório digital de acesso livre Open Journal System (OJS)/Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER).
O repositório digital OJS/SEER, que abriga a coleção, é compatível com os padrões de interoperabilidade de dados adotados internacionalmente pelo movimento Open Access ou Acesso Livre.
http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/index
Por: Luciana Avellar
Sete de maio, Dia do Silêncio.
Lamentavelmente, essa consciência é pouca. É preciso - como realmente ocorre - que se promulgue uma lei que trate da questão específica do silêncio em locais públicos, como por exemplo, a Lei nº 12.511, de 04. nov. 1997, que "Proíbe o uso de telefones celulares e bips nos seguintes estabelecimentos: cinemas, teatros, casas de show e bibliotecas, sendo que em hospitais, velórios, dependências públicas, somente aparelhos com sinal tipo vibratório; os aparelhos sem esses recursos deveram ser desligados." É triste que precise existir esta lei, porque seu texto prima por uma completa obviedade, quando se pensa em pessoas e sociedades civilizadas. Contudo, não é nossa realidade.
Fica o pedido e a chamada à reflexão dos leitores e usuários. Fazer silêncio não é apenas uma necessidade. É uma prova simples e inequívoca de maturidade.
Por Marcos Vasconcelos
terça-feira, 5 de maio de 2009
Educação a distancia um projeto do " PRESENTE"
A educação a distância é uma modalidade de aprendizagem em que a comunicação e a construção de conhecimentos pode acontecer com a participação de pessoas em locais e tempos distintos. São necessárias tecnologias cada vez mais sofisticadas para a conexão entre elas, buscando corresponder às necessidades de uma pedagogia que se desenvolve por meio de novas relações de ensino-aprendizagem.
Portal http://www.educacaoadistancia.org.br/.
Por Denise Ismerio