segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Dia Internacional de Solidariedade ao Povo Palestino é comemorado hoje

Com um evento no auditório 701 do Pavilhão Reitor João Lyra Filho, a UERJ comemora o Dia Internacional de Solidariedade ao Povo Palestino, com as presenças do Reitor Ricardo Vieiralves e do embaixador da Palestina no Brasil, Sr. Ibrahim Alzeben. O evento será realizado às 18h.

Clique na imagem abaixo para maiores informações.


Enviado por Luciana Avellar.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Cientistas projetam e-paper feito de papel.

Se você já ouviu falar dos e-readers – leitores eletrônicos de livros e jornais como o Kindle da Amazon – você sabe que a maioria deles utiliza um monitores de e-paper, ou papel-eletrônico, para exibir o texto, fotos e vídeos, mas o que é e-paper? O e-paper é um material que usa a técnica de electrowetting (sem tradução em português) que consiste em aplicar um campo elétrico em gotículas coloridas em um vidro, de modo a simular a sensação visual de letras (e fotos, etc.) impressas em papel.

O problema com o e-paper, como toda tecnologia atual, é que ele não é lá tão fácil de reciclar, além de ser apresentado em um meio sólido que – ainda – não pode ser dobrado e guardado com facilidade. Isso pelo menos até hoje.

Andrew Steckl, professor de engenharia elétrica da Universidade de Cincinnati demonstrou que a técnica do electrowetting pode funcionar também em papel de verdade – desde que esse papel siga algumas técnicas de fabricação específicas.

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(do portal de notícias do MSN)

Enviado por Marcos Vasconcelos.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Unesco lança Biblioteca Digital Mundial na internet

Eis um presente da UNESCO para toda a Humanidade: o lançamento na Internet da WDL (World Digital Library), Biblioteca Digital Mundial.

Uma excelente notícia que nos obriga a divulgar a reenviar para amigos e parentes. Na verdade, passa a ser quase um dever, pois ela reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de todas as bibliotecas do planeta.

(...) A BDM oferece documentos "com valor de patrimônio, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes: árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português. Mas há documentos em linha em mais de 50 idiomas" (segundo Abdelaziz Abid, coordenador do projecto).

Entre os documentos mais antigos há alguns códices precolombianos, graças à contribuição do México, e os primeiros mapas da América, desenhados por Diego Gutiérrez para o rei de Espanha em 1562.

Os tesouros incluem o Hyakumanto darani , um documento em japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da história; um relato dos aztecas que constitui a primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes revelando o mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos e esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos latino-americanas da Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia.

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(do jornal O Globo)

Enviado por Marcos Vasconcelos.

A tecnologia do livro

Dois vídeos de humor que falam sobre a dificuldade das pessoas em se adaptar a novas tecnologias.







(do Blog do Sistema de Bibliotecas da PUC.)

Enviado por Rosalina Barros.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Dica de Leitura: O Nome da Rosa (Umberto Eco)

Qual o romance mais importante da história que tem como cenário principal, uma biblioteca? Não é difícil lembrar de O Nome da Rosa (1980), do escritor, filósofo, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano Umberto Eco. Considerado um clássico literário desde o seu lançamento, realizado com muito alarde na época, o romance gira em torno das investigações de uma série de crimes misteriosos, cometidos dentro de uma abadia medieval. O frade franciscano William de Baskerville, assessorado pelo noviço Adson de Melk, encarregado das investigações, penetra fundo nos mistérios da abadia, apesar da resistência de alguns dos religiosos do local, até que desvenda que as causas do crime estavam ligadas a manutenção de uma biblioteca que mantém em segredo obras apócrifas, obras que não seriam aceitas em consenso pela igreja cristã da Idade Média. E acima da própria história, o que torna O Nome da Rosa absolutamente bem amarrado, impecável, perfeito é o extenso uso de metalinguagem pelo autor. Uma obra difícil de ignorar, principalmente quando se analisa a questão do poder sobre a informação e os direitos sobre o conhecimento, que em contraposição às labirínticas bibliotecas monásticas, existem hoje na completa ignorância sobre o que é a verdade, no meio de tanta informação disponível. Como se vê, o labirinto ainda existe.

O livro está disponível nas bibliotecas CEH/A, CEH/B, CEH/D e COM.

Enviado por Marcos Vasconcelos

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Maior poeta simbolista brasileiro é revisitado na Semana da Consciência Negra

Na semana da Consciência Negra (data comemorada no dia 20, sábado), aos 90 anos da Academia Catarinense de Letras, Cruz e Sousa – cujo nascimento completa 149 anos em 24 de novembro – está no centro das homenagens. O livro Cruz e Sousa – O Poeta Alforriado, de Godofredo de Oliveira Neto, será lançado hoje à noite, na auditório da Biblioteca da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Ele poderia se impor pela altivez, pelo semblante sério e compenetrado. Pelo menos essa é a imagem que ficou nas poucas fotos de João da Cruz e Sousa que conhecemos. Aquele rapaz sempre bem vestido, de personalidade incomum, era filho de negros. Mas recebeu educação de Dona Angélica, de quem seus pais eram escravos.

Os poemas que o prodígio declamava menino, contam as lendas, o teriam livrado inclusive de problemas mais graves com a lei. E também encantado donzelas de cor clara, de origem alemã – pelas quais imaginava-se interessado, pela frequência e admiração com as quais as citava em seus versos. Cruz e Sousa, aliás, não foi poucas vezes acusado de ser alienado da causa de seu povo. Fato que pode ser desmistificado com uma pesquisa cuidadosa e aplicada, como a realizada por Godofredo e publicada em mais um volume da série Personalidades Negras.

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(do Diário Catarinense)

Enviado por Marcos Vasconcelos.

Exposição apresenta dois mil negativos raros de Darcy Ribeiro

Rio - Milton Guran achou um tesouro. Foi assim: em agosto, o fotógrafo e antropólogo recebeu um convite do Museu do Índio para fazer a curadoria da mostra "Primeiros contatos - Atrações e pacificações do SPI". Para tal missão, teria que fuçar o arquivo de mais de 20 mil fotografias do Serviço de Proteção ao Índio (SPI), órgão que antecedeu a Funai. Mexe e remexe, Guran se deparou com um belíssimo material - cerca de dois mil negativos - que chamou a sua atenção. O autor? Darcy Ribeiro. Extasiado com a descoberta, ele trabalhou freneticamente para montar a exposição "O olhar preciso de Darcy Ribeiro", que abre segunda-feira na Caixa Cultural. O próximo passo é um livro, previsto para 2011.

- Encontrei um conjunto de fotos de autoria do Darcy perdido entre milhares de documentos. São fotos excepcionais. Já trabalhei na Funai e já trabalhei no Museu do Índio, que hoje guarda o arquivo do SPI. E nunca soube da existência dessas fotos - diz Guran. - O Darcy foi um antropólogo, um educador, um romancista, um político. Mas o que nos interessa é o brasileiro que pensou o Brasil. O importante nas fotos é o olhar dele.


(do jornal O Globo)

Enviado por Marcos Vasconcelos