A Coordenadoria de Arte e Oficinas de Criação (Coart) promove a semana gratuita de atividades entre os dias 11 e 15 de maio/2009. Durante a semana os interessados podem assistir às aulas sem qualquer custo e conhecer melhor as atividades antes de realizarem as inscrições, que já estão abertas e se estendem até o dia 22 de maio.
Os cursos oferecidos, com duração de três meses em cada módulo, começam oficialmente no próximo dia 18. Para a comunidade interna a taxa é de R$ 90 (ou duas parcelas de R$ 50).
A oficina de Encadernação, com aulas às quintas-feiras, de 14h-17h, se destaca para os interessados na técnica onde serão vistos os módulos de miolo, capa e técnicas distintas.
Local: Centro Cultural da UERJ/Sala 05.
As aulas serão ministradas pelo Prof. Luiz Augusto que trabalha com encadernação e restauração de livros no Ateliê das Canoas desde 1999.
Maiores informações pelo telefone 2587-7606.
Fonte: http://coart.wordpress.com/oficinas/
Por Vanda Lima
quarta-feira, 13 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Twitter para Bibliotecas
Atualmente as chamadas novas tecnologias da informação vêm abrindo possibilidades interessantes para o trabalho nas bibliotecas. Orkut, Blogs, Youtube, Foruns virtuais, mensagens por email; mesmo aqueles que possuem pouca intimidade com essas novidades tecnológicas estão presenciando mudanças no cotidiano, e não somente em relação ao trabalho na biblioteca.
Nas últimas semanas vimos o surgimento de uma nova moda nos ambientes virtuais, o Twitter. No caderno Mundo Digital do jornal O Globo, de 11 de maio de 2005 é possível ler uma reportagem sobre essa nova moda dos ambientes virtuais, que segundo a referida reportagem já é utilizado por 14 milhões de pessoas.
Navegando, encontrei a tradução de um texto intitulado "Twitter para bibliotecas (e bibliotecários) que pode servir como fonte de reflexão. O texto foi capturado do blog http://extralibris.org/ e foi traduzido por Moreno Barros. Vai o link :
http://extralibris.org/2009/05/twitter-para-bibliotecas-e-bibliotecarios/
Alberto Calil Junior
Nas últimas semanas vimos o surgimento de uma nova moda nos ambientes virtuais, o Twitter. No caderno Mundo Digital do jornal O Globo, de 11 de maio de 2005 é possível ler uma reportagem sobre essa nova moda dos ambientes virtuais, que segundo a referida reportagem já é utilizado por 14 milhões de pessoas.
Navegando, encontrei a tradução de um texto intitulado "Twitter para bibliotecas (e bibliotecários) que pode servir como fonte de reflexão. O texto foi capturado do blog http://extralibris.org/ e foi traduzido por Moreno Barros. Vai o link :
http://extralibris.org/2009/05/twitter-para-bibliotecas-e-bibliotecarios/
Alberto Calil Junior
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Coleção completa da revista Ciência da Informação é disponibilizada por meio do repositório digital de acesso livre
O Ibict disponibiliza, por meio digital, 89 exemplares da revista Ciência da Informação. É a coleção completa do primeiro periódico da área de informação do país, desde a sua primeira edição, em 1972, até a atualidade.
O objetivo de disponibilizar a coleção completa foi alcançado em 30 de março do corrente ano, por meio do repositório digital de acesso livre Open Journal System (OJS)/Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER).
O repositório digital OJS/SEER, que abriga a coleção, é compatível com os padrões de interoperabilidade de dados adotados internacionalmente pelo movimento Open Access ou Acesso Livre.
http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/index
Por: Luciana Avellar
O objetivo de disponibilizar a coleção completa foi alcançado em 30 de março do corrente ano, por meio do repositório digital de acesso livre Open Journal System (OJS)/Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER).
O repositório digital OJS/SEER, que abriga a coleção, é compatível com os padrões de interoperabilidade de dados adotados internacionalmente pelo movimento Open Access ou Acesso Livre.
http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/index
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Ibict
Por: Luciana Avellar
Sete de maio, Dia do Silêncio.
É comemorado hoje, aqui no Brasil, o Dia do Silêncio. Esta data, que não é ainda muito conhecida ou divulgada, acaba se tornando um dia de reflexão em vários aspectos. Consta que há alguns anos, neste mesmo dia, o silêncio foi a arma de um grupo de estudantes homossexuais americanos para protestar contra seu isolamento. A Prefeitura de São Paulo, por exemplo, marca este dia para divulgar uma campanha em favor da redução da poluição sonora. Aqui na Rede Sirius, este dia é voltado para fazer uma conscientização em relação à necessidade e conveniência do silêncio nas bibliotecas.
É fato que o barulho atrapalha, além da simples leitura, a concentração e o raciocínio dos leitores e usuários do espaço. Quando estudamos, uma pequena porcentagem do nosso cérebro também realiza outras atividades. Havendo barulho, esta porcentagem acaba tornando-se maior do que nossa capacidade de concentração. Desse modo, o estudo não rende o tanto deveria. Não é proibido falar. Falar mais baixo, contudo, é perfeitamente possível. É, além de tudo, uma atitude que demonstra respeito e cidadania.
Lamentavelmente, essa consciência é pouca. É preciso - como realmente ocorre - que se promulgue uma lei que trate da questão específica do silêncio em locais públicos, como por exemplo, a Lei nº 12.511, de 04. nov. 1997, que "Proíbe o uso de telefones celulares e bips nos seguintes estabelecimentos: cinemas, teatros, casas de show e bibliotecas, sendo que em hospitais, velórios, dependências públicas, somente aparelhos com sinal tipo vibratório; os aparelhos sem esses recursos deveram ser desligados." É triste que precise existir esta lei, porque seu texto prima por uma completa obviedade, quando se pensa em pessoas e sociedades civilizadas. Contudo, não é nossa realidade.
Fica o pedido e a chamada à reflexão dos leitores e usuários. Fazer silêncio não é apenas uma necessidade. É uma prova simples e inequívoca de maturidade.
Por Marcos Vasconcelos
Lamentavelmente, essa consciência é pouca. É preciso - como realmente ocorre - que se promulgue uma lei que trate da questão específica do silêncio em locais públicos, como por exemplo, a Lei nº 12.511, de 04. nov. 1997, que "Proíbe o uso de telefones celulares e bips nos seguintes estabelecimentos: cinemas, teatros, casas de show e bibliotecas, sendo que em hospitais, velórios, dependências públicas, somente aparelhos com sinal tipo vibratório; os aparelhos sem esses recursos deveram ser desligados." É triste que precise existir esta lei, porque seu texto prima por uma completa obviedade, quando se pensa em pessoas e sociedades civilizadas. Contudo, não é nossa realidade.
Fica o pedido e a chamada à reflexão dos leitores e usuários. Fazer silêncio não é apenas uma necessidade. É uma prova simples e inequívoca de maturidade.
Por Marcos Vasconcelos
terça-feira, 5 de maio de 2009
Educação a distancia um projeto do " PRESENTE"
Leia, pense, reflita.......mãos a obra!!!!!!
A educação a distância é uma modalidade de aprendizagem em que a comunicação e a construção de conhecimentos pode acontecer com a participação de pessoas em locais e tempos distintos. São necessárias tecnologias cada vez mais sofisticadas para a conexão entre elas, buscando corresponder às necessidades de uma pedagogia que se desenvolve por meio de novas relações de ensino-aprendizagem.
Portal http://www.educacaoadistancia.org.br/.
Por Denise Ismerio
A educação a distância é uma modalidade de aprendizagem em que a comunicação e a construção de conhecimentos pode acontecer com a participação de pessoas em locais e tempos distintos. São necessárias tecnologias cada vez mais sofisticadas para a conexão entre elas, buscando corresponder às necessidades de uma pedagogia que se desenvolve por meio de novas relações de ensino-aprendizagem.
Portal http://www.educacaoadistancia.org.br/.
Por Denise Ismerio
terça-feira, 28 de abril de 2009
O bibliotecário e a era do conhecimento
As civilizações têm como marco inicial a palavra escrita, testemunho mais eloquente de qualquer cultura. Na Antiguidade, bibliotecas foram símbolo do prestígio das cidades que as abrigavam. Zelar por elas era tarefa das mais importantes, atribuída a um segmento nobiliárquico competente. Ainda não se distinguiam os papéis do escriba e os do bibliotecário, como os entendemos hoje, mas o fato é que esses profissionais gozavam de prestígio e respondiam diretamente ao soberano. A partir da invenção da prensa móvel por Gutenberg, aumenta exponencialmente o número de exemplares por livro e surgem os jornais, os fascículos, as revistas. Logo, as bibliotecas demandaram profissionais especializados, na moderna figura do bibliotecário - que desenvolveram sistemas mais eficazes de catalogação, disposição, conservação etc.
No Brasil, esse marco foi estabelecido pelo engenheiro, bibliotecário, escritor e poeta Manuel Bastos Tigre. A importância de sua contribuição é reconhecida também pela legislação, que apontou a data de seu nasci- mento -12 de março- como o Dia do Bibliotecário no Brasil.
Em 1906, Bastos Tigre viajou para os Estados Unidos, onde conheceu Melvil Dewey, que já havia instituído o sistema de classificação decimal. A partir de 1945, trabalhou na Biblioteca Nacional e, depois, assumiu a direção da Biblioteca Central da Universidade do Brasil. Fiéis ao espírito pioneiro de seu patrono e aos inúmeros serviços que prestou ao país e ao livro, bibliotecários brasileiros clamam na data de hoje pelo reconhecimento social que, todavia, ainda não lhes faz justiça plena.
De fato, predomina, entre nós, muito amadorismo na questão. Enquanto o bibliotecário é visto como luxo dispensável, não raro outros profissionais são chamados para quebrar o galho, comprometendo a conservação de acervos importantes, sua disposição racional e sua acessibilidade.
Nas escolas a situação é de calamidade pública. Muitas nem sequer possuem bibliotecas. Não raro, é algum professor que se encarrega de organizar o acervo. Em outras, os livros se atulham sob escadas, corredores ou salas inadequadas. O impacto é extremamente negativo na formação dos alunos. Na idade em que a leitura precisa ser valorizada para que seu hábito se cristalize, o estudante vê livros tratados como entulho. Nada o convencerá mais tarde do contrário: o livro permanecerá entulho, e sua leitura, um ato despido de sentido.
Quanto ao ensino superior, as informações não são melhores. Boa parte dos grandes complexos educacionais privados costuma adquirir muitos livros. Mas, quantos? Uma centena de exemplares pode impressionar o leigo, mas está longe da suficiência se o número de alunos por curso passa da casa do milhar. Se isso é válido para uma política hipócrita em relação ao livro, imaginemos as proporções bibliotecário/usuário nessas instituições. Seu número é quase sempre insuficiente, como são precárias suas condições de trabalho.
No momento em que governo e sociedade no Brasil se dão conta de nossos vergonhosos níveis de leitura e se mobilizam para superá-los por meio de programas de incentivo, não é mais possível aceitarmos esses descalabros. É o momento de convocar o bibliotecário para -ao lado do educador, do escritor, do editor e de outros- traçar os rumos de uma política eficaz e duradoura para os livros e para as bibliotecas.
Entre os novos desafios, o maior vem da tecnologia da informação, que cresce exponencialmente. Ajudar o pesquisador, o profissional e o cidadão a pinçar, entre uma infinidade de informações, aquelas que realmente lhe interessam e que são confiáveis é apenas a ponta do iceberg. De fato, a possibilidade de acesso mais democrático à informação, à literatura e à cultura em geral não permitirá que o bibliotecário se aliene em relação a desafios que trazem em seu bojo a histórica oportunidade de aliança entre cultura e consciência crítica, entre informação e emancipação.
Inicialmente, ele terá de interagir em equipes multidisciplinares, em processos de mútuo aprendizado. Aos poucos, sua formação específica haverá de impor-se como peça-chave de funções socialmente tão relevantes. O bibliotecário se mostrará, assim, indispensável. Quando isso ocorrer, a forma como esse profissional for tratado por empregadores de quaisquer tipos, pela sociedade e pelo legislador representará indicador do grau de civilização que poderemos projetar para nós mesmos.
Fonte: Folha de São Paulo/ TENDÊNCIAS/DEBATES
Por Denise Ismerio
No Brasil, esse marco foi estabelecido pelo engenheiro, bibliotecário, escritor e poeta Manuel Bastos Tigre. A importância de sua contribuição é reconhecida também pela legislação, que apontou a data de seu nasci- mento -12 de março- como o Dia do Bibliotecário no Brasil.
Em 1906, Bastos Tigre viajou para os Estados Unidos, onde conheceu Melvil Dewey, que já havia instituído o sistema de classificação decimal. A partir de 1945, trabalhou na Biblioteca Nacional e, depois, assumiu a direção da Biblioteca Central da Universidade do Brasil. Fiéis ao espírito pioneiro de seu patrono e aos inúmeros serviços que prestou ao país e ao livro, bibliotecários brasileiros clamam na data de hoje pelo reconhecimento social que, todavia, ainda não lhes faz justiça plena.
De fato, predomina, entre nós, muito amadorismo na questão. Enquanto o bibliotecário é visto como luxo dispensável, não raro outros profissionais são chamados para quebrar o galho, comprometendo a conservação de acervos importantes, sua disposição racional e sua acessibilidade.
Nas escolas a situação é de calamidade pública. Muitas nem sequer possuem bibliotecas. Não raro, é algum professor que se encarrega de organizar o acervo. Em outras, os livros se atulham sob escadas, corredores ou salas inadequadas. O impacto é extremamente negativo na formação dos alunos. Na idade em que a leitura precisa ser valorizada para que seu hábito se cristalize, o estudante vê livros tratados como entulho. Nada o convencerá mais tarde do contrário: o livro permanecerá entulho, e sua leitura, um ato despido de sentido.
Quanto ao ensino superior, as informações não são melhores. Boa parte dos grandes complexos educacionais privados costuma adquirir muitos livros. Mas, quantos? Uma centena de exemplares pode impressionar o leigo, mas está longe da suficiência se o número de alunos por curso passa da casa do milhar. Se isso é válido para uma política hipócrita em relação ao livro, imaginemos as proporções bibliotecário/usuário nessas instituições. Seu número é quase sempre insuficiente, como são precárias suas condições de trabalho.
No momento em que governo e sociedade no Brasil se dão conta de nossos vergonhosos níveis de leitura e se mobilizam para superá-los por meio de programas de incentivo, não é mais possível aceitarmos esses descalabros. É o momento de convocar o bibliotecário para -ao lado do educador, do escritor, do editor e de outros- traçar os rumos de uma política eficaz e duradoura para os livros e para as bibliotecas.
Entre os novos desafios, o maior vem da tecnologia da informação, que cresce exponencialmente. Ajudar o pesquisador, o profissional e o cidadão a pinçar, entre uma infinidade de informações, aquelas que realmente lhe interessam e que são confiáveis é apenas a ponta do iceberg. De fato, a possibilidade de acesso mais democrático à informação, à literatura e à cultura em geral não permitirá que o bibliotecário se aliene em relação a desafios que trazem em seu bojo a histórica oportunidade de aliança entre cultura e consciência crítica, entre informação e emancipação.
Inicialmente, ele terá de interagir em equipes multidisciplinares, em processos de mútuo aprendizado. Aos poucos, sua formação específica haverá de impor-se como peça-chave de funções socialmente tão relevantes. O bibliotecário se mostrará, assim, indispensável. Quando isso ocorrer, a forma como esse profissional for tratado por empregadores de quaisquer tipos, pela sociedade e pelo legislador representará indicador do grau de civilização que poderemos projetar para nós mesmos.
Fonte: Folha de São Paulo/ TENDÊNCIAS/DEBATES
Por Denise Ismerio
Memória digital além da vida
Nova ferramenta, Legacy Locker acaba com problema de bloqueio de senhas após morte de usuário.
Como proteger a vida digital após a morte? Começar uma agência funerária on-line pode parecer macabro, mas a ideia surge para suprir uma necessidade real: até hoje, não havia uma solução fácil para a recuperação dos dados privados de pessoas que faleceram. Nomes de usuários, senhas e contrassenhas bancárias, números de contas de serviços como PayPal, iTunes e eBay, fotos, documentos pessoais e mensagens privadas ficavam lacradas em uma espécie de ciber-purgatório, sem que parentes pudessem acessá-los após a sua morte. Para acabar com o problema, a Legacy Locker, fundada este mês pelo marqueteiro americano Jeremy Toeman, chega para oferecer um serviço de arquivamento e distribuição de bens on-line para parentes e amigos dos falecidos.
Leia a reportagem na íntegra em: http://jbonline.terra.com.br/leiajb/noticias/2009/04/20/ciencia/memoria_digital_alem_da_vida.asp
Por Denise Ismerio
Como proteger a vida digital após a morte? Começar uma agência funerária on-line pode parecer macabro, mas a ideia surge para suprir uma necessidade real: até hoje, não havia uma solução fácil para a recuperação dos dados privados de pessoas que faleceram. Nomes de usuários, senhas e contrassenhas bancárias, números de contas de serviços como PayPal, iTunes e eBay, fotos, documentos pessoais e mensagens privadas ficavam lacradas em uma espécie de ciber-purgatório, sem que parentes pudessem acessá-los após a sua morte. Para acabar com o problema, a Legacy Locker, fundada este mês pelo marqueteiro americano Jeremy Toeman, chega para oferecer um serviço de arquivamento e distribuição de bens on-line para parentes e amigos dos falecidos.
Leia a reportagem na íntegra em: http://jbonline.terra.com.br/leiajb/noticias/2009/04/20/ciencia/memoria_digital_alem_da_vida.asp
Por Denise Ismerio
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