
Segundo Helena Severo, presidente da Biblioteca Nacional, expor estas preciosidades da história do Brasil faz parte do compromisso irrevogável da instituição de democratizar o acesso à produção e difusão da memória histórica brasileira.
A historiadora Maria Eduarda Marques, diretora do Centro de Cooperação e Difusão da Biblioteca Nacional e curadora da exposição, explica que ela será dividida em dois setores básicos: o que ficará exposto nas galerias externas do terceiro andar será composto por imagens relativas aos principais personagens e à paisagem sociocultural de Pernambuco daquele momento. “São reproduções de flores de algodão, que alude aos plantadores de algodão que apoiaram o movimento, e de engenhos de açúcar, porque parte da açucarocracia também apoiou o movimento, entre outras imagens”, explica.
O segundo setor acontece dentro do gabinete de Obras Raras, porque ali estarão expostos os documentos, manuscritos e impressos originais e também as publicações de época e atuais relativas ao tema da revolução.
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Em uma das imagens da Mostra, o líder revolucionário José Peregrino nega o apelo do pai para deixar o movimento. |
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- Visitação: de 11 de maio a 15 de agosto
- De segunda a sexta, das 10h às 17h
- Sábado das 10.30h às 15h
- Curadoria: Maria Eduarda Marques
- Produção: Jocelino Pessoa
- Fundação Biblioteca Nacional - Avenida Rio Branco, 297 - Centro, Rio de Janeiro, RJ
Enviado por Mauro Corrêa Filho (com textos do site da Biblioteca Nacional)