quarta-feira, 8 de abril de 2015

Ana Lúcia Merege quer conquistar leitores para o gênero ‘fantástico’

Ana Lúcia Merege na Biblioteca Nacional
Bibliotecária e escritora, a carioca conjuga suas duas carreiras, pesquisando e escrevendo sobre História, Mitologia e temas correlatos, e atualmente publica uma série de fantasia épica para jovens, iniciada com o romance “O castelo das águias”.

Ana Lúcia Merege, 46 anos, é mestre em Ciência da Informação, pelo IBICT/UFRJ-ECO e formada em Biblioteconomia pela UNIRIO. Desde 1996, trabalha no Setor de Manuscritos da Biblioteca Nacional, onde lida com material original, fontes primárias, e desempenha funções que vão da identificação de documentos até a organização de exposições.

A experiência com manuscritos – especialmente os medievais, pelos quais é apaixonada – e as reflexões que vieram daí foram o ponto de partida para o mestrado, em que Ana discorreu acerca da sobrevivência do livro impresso. O curso, concluído em 2000, também despertou seu interesse pela mediação da leitura. Suas atividades nesses vários campos foram convergindo cada vez mais e resultaram nas suas duas primeiras publicações: o ensaio “Os contos de fadas: origem, história e permanência no mundo moderno” e o romance juvenil “O caçador”. Os títulos independentes encontraram editoras em 2009, e logo isso aconteceria com outros romances e contos, quase todos no gênero fantástico.

Atualmente, Ana publica pela Editora Draco, sediada em São Paulo, uma série de fantasia épica para jovens, iniciada com o romance “O castelo das águias”. Sua heroína é nada menos que uma mestra de sagas – contadora de histórias e professora de Literatura. Ela conta que um de seus maiores objetivos é conquistar leitores para o gênero fantástico, e para isso trabalha em várias frentes, organizando coletâneas, dando cursos, participando de eventos e, sempre que possível, visitando escolas e universidades para falar sobre o tema.

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(do site da FBN)

Enviado por Luciana Avellar.

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