Bibliotecas costumam ser lugares para leitura. Mas as coisas não são mais tão simples assim. Em Washington DC, capital dos Estados Unidos, foi anunciada uma proposta vencedora para a renovação da biblioteca central histórica. E trata-se de um plano ambicioso para transformar o edifício em um lugar onde ideias nascem – e as coisas são de fato feitas.
Em uma cidade cheia de monumentos e edifícios governamentais, a Biblioteca Memorial Martin Luther King Jr. é um raro exemplo de modernismo. Inaugurada em 1972, o prédio foi o último idealizado pelo famoso arquiteto Ludwig Mies van der Rohe – e é um excelente exemplo do estilo de Mies: uma estrutura primariamente horizontal e classicamente proporcional.
Mesmo antes dos projetos de restauração, a biblioteca começou a se preparar para o futuro. No ano passado, ela substituiu parte dos livros por uma área chamada “Digital Commons”, com 60 PCs, 16 iMacs, uma máquina de livros expressa, uma impressora 3D, e, o mais importante de tudo, espaço para 140 pessoas se sentarem e ligarem os próprios computadores.
Foi o primeiro passo para institucionalmente reconhecer o que bibliotecários e observadores casuais sabem há muito tempo: que a biblioteca não é mais um lugar onde pessoas vão para buscar livros. Na verdade, não é um lugar onde pessoas vão para fazer uma única coisa. É um lugar onde pessoas vão para fazer várias coisas, seja para usar computadores públicos em busca de emprego, ou estudantes e profissionais que querem um espaço silencioso para fazer algum trabalho.
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Do site Gizmodo.
Enviado por Marcos Vasconcelos via Robson Dias e Rinaldo Magallon.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Escritor carioca é a grande promessa da literatura policial brasileira.
Parece que o universo resolveu cobrar a conta. Depois da onda de sorte que envolveu o escritor carioca Raphael Montes em seus 23 anos de vida, veio uma súbita maré de azar. Semana passada, o ar-condicionado do seu quarto queimou (pois é, neste verão). Depois, a mãe ficou doente. Em seguida, ele terminou o namoro. E o teto do banheiro desabou.
Mas Raphael não está reclamando. Para compensar o apocalipse doméstico, vem mais coisa boa por aí. Finalista dos prêmios São Paulo, em 2013, e Machado de Assis, em 2012, com seu primeiro romance, “Suicidas” (Benvirá), ele lança seu segundo livro, “Dias perfeitos”, em março pela Companhia das Letras. E a edição deve trazer na capa um tremendo elogio do escritor americano Scott Turow.
“Raphael certamente redefinirá a literatura policial brasileira e vai surgir como uma figura da cena literária mundial”, escreveu Turow, como revelou a coluna de Ancelmo Gois, no GLOBO.
O escritor carioca conheceu o americano e a mulher dele no ano passado durante o evento “Pauliceia literária”. Os três saíram para jantar duas vezes. E foi a mulher de Turow quem se interessou primeiro pelo rapaz, leu seus dois livros e os recomendou ao marido, que também encerrou as leituras entusiasmado. Ao saber disso, Raphael, orgulhoso da própria cara de pau, pediu um texto para usar no livro. A resposta chegou na semana passada, sem que nem seus editores na Companhia das Letras soubessem. Foi a mesma cara de pau, aliás, que levou o jovem autor a ser chamado para a “Pauliceia”. Ainda desconhecido, Raphael escreveu para a curadora do evento, Christina Baum, apresentou-se, mandou seu primeiro livro e ganhou o convite.
O novo livro, ele lembra, nasceu a pedido da mãe. Quer dizer, quase isso.
— Ela queria que eu escrevesse uma história romântica. E é uma história de amor. Mas de um amor obsessivo — conta
Leia mais.
(do Jornal O Globo)
Enviado por Marcos Vasconcelos.
Mas Raphael não está reclamando. Para compensar o apocalipse doméstico, vem mais coisa boa por aí. Finalista dos prêmios São Paulo, em 2013, e Machado de Assis, em 2012, com seu primeiro romance, “Suicidas” (Benvirá), ele lança seu segundo livro, “Dias perfeitos”, em março pela Companhia das Letras. E a edição deve trazer na capa um tremendo elogio do escritor americano Scott Turow.
“Raphael certamente redefinirá a literatura policial brasileira e vai surgir como uma figura da cena literária mundial”, escreveu Turow, como revelou a coluna de Ancelmo Gois, no GLOBO.
O escritor carioca conheceu o americano e a mulher dele no ano passado durante o evento “Pauliceia literária”. Os três saíram para jantar duas vezes. E foi a mulher de Turow quem se interessou primeiro pelo rapaz, leu seus dois livros e os recomendou ao marido, que também encerrou as leituras entusiasmado. Ao saber disso, Raphael, orgulhoso da própria cara de pau, pediu um texto para usar no livro. A resposta chegou na semana passada, sem que nem seus editores na Companhia das Letras soubessem. Foi a mesma cara de pau, aliás, que levou o jovem autor a ser chamado para a “Pauliceia”. Ainda desconhecido, Raphael escreveu para a curadora do evento, Christina Baum, apresentou-se, mandou seu primeiro livro e ganhou o convite.
O novo livro, ele lembra, nasceu a pedido da mãe. Quer dizer, quase isso.
— Ela queria que eu escrevesse uma história romântica. E é uma história de amor. Mas de um amor obsessivo — conta
Leia mais.
(do Jornal O Globo)
Enviado por Marcos Vasconcelos.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Parceria SR-3/DEPEXT e Rede Sirius traz bons resultados em curso de sistema eletrônico de revistas (SEER)
Terminou no último 30 de janeiro
o Curso em Sistema de Editoração Eletrônica de Revistas (SEER), que treinou 15
pessoas responsáveis pelo fluxo editorial de revistas que já integram o Portal
e-Publicações da UERJ, ou que estão em processo de avaliação para sua
integração. Entre os/as editores/as e secretários/as das revistas, participaram
do curso duas bibliotecárias da Rede Sirius.
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Os alunos do curso: membros de diversas revistas do Portal e-Publicações da UERJ |
Trata-se de mais uma parceria
entre o SR-3/DEPEXT – Departamento de Extensão, responsável pela administração
do Portal, e a Rede Sirius – Bibliotecas UERJ, que viabilizou o treinamento.
Desde 2008, o Portal
e-Publicações da UERJ, através da SR-3/DEPEXT, vem agregando parcerias – Dinfo,
SR-2 e Rede Sirius – com o ideal de transformar o Portal no reflexo da produção
acadêmica de toda a Universidade. A proposta de todas as revistas dos programas
de pós-graduação passarem a integrar o Portal garante mais visibilidade à
divulgação científica da UERJ, amplia as possibilidades de acesso e permite a
oferta de recursos institucionais em apoio aos editores.
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À frente, Nathalia Avila, do DEPEXT, e Fernanda Lobo, da Rede Sirius, no apoio. |
![]() |
O instrutor, Elir Ferrari, orientando o passo a passo. |
Apesar de o curso já ter sido
oferecido antes de forma esporádica, é a primeira vez que aconteceu como
resultado da parceria. A intenção é oferecer o curso a cada novo grupo de
revistas incluídas no Portal, possibilitando, na medida do possível, a
reciclagem por quem já participou de cursos anteriores. Espera-se que, em
breve, todos os usuários relacionados com o Portal – editores, administrativos,
bolsistas, bibliotecários – sejam proficientes no fluxo editorial e no sistema
eletrônico.
Enviado por Elir Ferrari
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