A artista plástica Tomie Ohtake morreu nesta quinta-feira (12), em São Paulo, aos 101 anos. Ela estava internada desde 2 de fevereiro no Hospital Sírio-Libanês, na região central da cidade, para tratamento de uma leve pneumonia. Tomie reagia bem ao tratamento e estava prestes a ter alta médica, mas na manhã de terça-feira (10) engasgou com o café da manhã e teve uma broncoaspiração seguida de parada cardíaca e foi internada na UTI do hospital.
A assessoria de imprensa do Instituto Tomie Ohtake não soube informar a causa da morte. O local e horário do início do velório ainda não foram definidos, mas é possível que ocorra na sede do instituto, em Pinheiros, na capital.
No ano passado, a artista foi homenageada no painel de entrada da Uerj, por ocasião de seu centenário. (http://www.uerj.br/lendo_noticia.php?id=655)
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(do G1)
Enviado por Marcos Vasconcelos.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Elsevier convida para um novo webinar gratuito sobre "A Biblioteca do Futuro"
Na próxima quarta-feira, dia 11 de fevereiro, a Elsevier vai realizar um novo webinar gratuito, com o tema A Biblioteca do Futuro, apresentado pela Profª Suely de Brito Clemente Soares.
Este webinar será realizado ao vivo por meio de conferência via internet, às 15 horas, com duração de 1 hora. A Profª Suely de Brito, especialista em bibliotecas digitais, apresentará a nova biblioteca do futuro da Elsevier e responderá a questões como as principais características desta revolução informacional e como ela afeta as bibliotecas de hoje.
Clique aqui e acesse o link para a inscrição gratuita.
Enviado por Mauro Corrêa Filho
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Biblioteca Rio450 reedita obra de luxo do quarto centenário da cidade
Este ano o Rio de Janeiro completa 450 anos, e diversas iniciativas e eventos já estão acontecendo para comemorar a data. Entre eles a Biblioteca Rio450, uma coleção de 65 livros abordando os mais variados temas relacionados à cidade. O evento nasceu da parceria do Comitê Rio450 com a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e a Secretaria Municipal de Cultura, que lançaram editais convocando autores para apresentar suas obras.
O carro-chefe da coleção Biblioteca Rio450 é a reedição do livro lançado há 50 anos em comemoração aos 400 anos do Rio “A Muito Leal e Heróica Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”, obra do historiador Gilberto Ferrez e do editor Raymundo Ottoni de Castro Maya. Com 270 páginas, o livro de luxo em que reproduz mapas, gravuras, quadros e fotografias que retratavam a cidade então quatrocentona. Parte do material pertencia à coleção do próprio Castro Maya e pode ser visto de perto no Museu da Chácara do Céu, em Santa Teresa, da Fundação Castro Maya.
Em matéria publicada no portal G1, o presidente do Comitê Rio450, Marcelo Calero, explicou que o livro será reeditado em fac-símile – não haverá qualquer alteração em relação à edição original, sequer a atualização gramatical – mas em tamanho menor e, como todos os outros da coleção, terá uma lombada preta com a logomarca dos 450 anos do Rio.
O comitê fez uma parceria com a Secretaria de Cultura, no Programa de Fomento à Cultura Carioca, que destinou R$ 1,5 milhão para livros sobre o Rio de Janeiro. Depois o comitê fez outra parceria com a Faperj, que lançou dois editais, um de publicações e outro de eventos científicos, com verba de R$ 2 milhões para o primeiro e R$ 1 milhão para o segundo.
Marcelo Calero considera que foi uma parceria muito profícua. “Serão 49 obras da Faperj, mais 16 da Secretaria de Cultura. No final, teremos uma biblioteca superconsistente e robusta, não pela quantidade, mas pela evidente possibilidade de abarcar aspectos mais variados e esgotar o tema Rio de Janeiro”, avalia.
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Marcelo Calero e o livro que vai ser reeditado (Foto: Lilian Quaino/G1) |
O carro-chefe da coleção Biblioteca Rio450 é a reedição do livro lançado há 50 anos em comemoração aos 400 anos do Rio “A Muito Leal e Heróica Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”, obra do historiador Gilberto Ferrez e do editor Raymundo Ottoni de Castro Maya. Com 270 páginas, o livro de luxo em que reproduz mapas, gravuras, quadros e fotografias que retratavam a cidade então quatrocentona. Parte do material pertencia à coleção do próprio Castro Maya e pode ser visto de perto no Museu da Chácara do Céu, em Santa Teresa, da Fundação Castro Maya.
Em matéria publicada no portal G1, o presidente do Comitê Rio450, Marcelo Calero, explicou que o livro será reeditado em fac-símile – não haverá qualquer alteração em relação à edição original, sequer a atualização gramatical – mas em tamanho menor e, como todos os outros da coleção, terá uma lombada preta com a logomarca dos 450 anos do Rio.
O comitê fez uma parceria com a Secretaria de Cultura, no Programa de Fomento à Cultura Carioca, que destinou R$ 1,5 milhão para livros sobre o Rio de Janeiro. Depois o comitê fez outra parceria com a Faperj, que lançou dois editais, um de publicações e outro de eventos científicos, com verba de R$ 2 milhões para o primeiro e R$ 1 milhão para o segundo.
Marcelo Calero considera que foi uma parceria muito profícua. “Serão 49 obras da Faperj, mais 16 da Secretaria de Cultura. No final, teremos uma biblioteca superconsistente e robusta, não pela quantidade, mas pela evidente possibilidade de abarcar aspectos mais variados e esgotar o tema Rio de Janeiro”, avalia.
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Os livros da Biblioteca Rio450 terão a lombada preta com a logomarca do Rio 450 anos (Foto: Lilian Quaino/G1)
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Os livros da Biblioteca Rio450 serão lançados ao longo do ano, priorizando a distribuição em bibliotecas, escolas municipais. Mas parte das edições estará à venda nas livrarias.
Enviado por Mauro Corrêa Filho
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Salgado Maranhão, premiado poeta maranhense, considera a biblioteca seu “parque de diversões”
Em reportagem publicada no último domingo, dia 01 de fevereiro, no Jornal O Globo, a repórter Dayana Resende conta a trajetória de sucesso do poeta maranhense Salgado Maranhão. Com 12 livros publicados e cinco grandes prêmios no currículo, entre eles o Jabuti, em 1999, com a obra “Mural dos Ventos”, o trabalho de Salgado conquistou a admiração de expoentes da literatura nacional e suas obras já cruzaram as fronteiras do país – sua obra foi traduzida para línguas como inglês, italiano, alemão, polonês e japonês.
Leia a matéria na íntegra. Clique aqui
Enviado por Mauro Corrêa Filho
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